27
maio

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Máquina de remo – boa pra mim e pra você

Bom, sempre venho aqui e falo de novidades, das minhas paixões recém-descobertas e das minhas peripécias.

Hoje não podia ser diferente. Vim falar do meu recém-novo-amor: a máquina de remo.

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Testei essa máquina no Instituto Saúde em Evidência, em São José dos Campos, quando fui aprender sobre o Core 360º para cadeirantes. Lá, há duas dessas, utilizadas diariamente no treinamento de alunos e professores. 

Máquinas de remo fornecem um treino cardiovascular. Ao mesmo tempo, exercício em uma máquina de remo trabalha todos os principais grupos musculares, incluindo os braços e pernas, costas e músculos abdominais. Remo é relativamente simples de aprender e requer pouco ou nenhum treinamento.  

Treinar em uma máquina de remo é uma atividade de baixo impacto e exercita as articulações e os músculos em um fluxo suave e constante para que não haja impactos bruscos nos tornozelos ou joelhos. A máquina de remo é útil para terapia de reabilitação após uma lesão, porque usa capacidade de movimento de todo o corpo, mas não usa sustentação de peso e é  preferível à esteira ou equipamento de suporte de peso.

Quando eu vi esse negócio, achei que seria uma sem gracesa imensa. Mas quando dei a primeira remada, e ouvi o barulhinho da água, foi um amor, imenso amor! Eu queria fazer todos os dias.

Alguns dias eu remIMG-20140512-WA0013ei sozinha. E num dia de treino de crossfit, dividi as máquinas com os meninos. Precisávamos dar a maior velocidade, intercalando com barra, flexões e agachamentos. Quatro vezes!

 

Pra quem for ver os vídeos, não esqueçam que minha perna direita ajuda! A esquerda caía pro lado. Tentamos amarrar, mas o laço saía e me atrapalhava mais ainda..então, deixamos como estava. Em alguns momentos eu não conseguia coordenar o movimento dos braços e das pernas (porque eu tenho excesso de coordenação motora, gente!) Então, eu preferia deixá-las esticadas e só usar os braços mesmo.

O assento não tem encosto. Então, pra cadeirante usar, precisa ter um pouco de controle de tronco. E eu não podia fazer o movimento completo das costas, ou caía estatelada pra trás e não voltava nunca mais! Ou seja, era o tempo todo lembrando e trabalhando o corpo inteiro!

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Infelizmente, nem todas as academias contam com uma. E eu vou ficar sonhando com essa delícia até julho, quando eu voltar pra São José dos Campos. Se você passa por uma dessas na academia onde treina, pare de olhar pra ela de rabo de olho e boca torta. Sente-se e teste! É demais!

(Gente, copiem o link e colem no navegador, que dá pra ver!! As imagens estão meio ruins porque meu celular é ipobre! mas dá pra ver!! bjsss)

http://youtu.be/5kjlEPwxLnY

http://youtu.be/mpK2fObYO1A

 

22
maio

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Kettlebell

Você já viveu uma paixão platônica? Olhava de longe, queria muito…E quando se concretizou, virou amor?

10308070_797548020255886_4346001554342410403_nPois é, foi assim comigo e com o Kettlebell. O vi primeiro na internet, em fotos de amigos e reportagens sobre esporte. Então chegou a modalidade na academia e eu, sonhando com aquelas alças nos pesos coloridos. Passava a maior vontade de fazer. Mas seria impossível fazer a aula, que envolve muitos agachamentos. Agachamentos que, obviamente, estão fora de questão no momento! E eu ficava assim, nessa paixão platônica.

Pra quem não conhece, o Kettlebell é uma peça de ferro fundido com uma alça de mesmo material , hoje, utilizado especificamente como um acessório de treinamento. Com exercícios balísticos e de alta complexidade, deve ter seu uso orientado por profissional capacitado. Seu treinamento progressivo possibilita gasto calórico elevado, estabilidade articular, melhora da coordenação, postura, flexibilidade, simetria e resistência a lesões, entre outros. O Kettlebell também é um esporte, com praticantes em vários países e competições mundiais.

No final de semana, fui convidada por um grande amigo a participar da Convenção Brasil de saúde, esportes e fitness, em Porto Alegre. Lá tenho outros 2 grandes amigos, a Virna Canova e o Ricardo Pavani, que são especialistas em kettlebell. Marcamos um treino entre os cursos da Convenção, e minha esperança era conhecer a modalidade. Mas, melhor que isso, eles me levaram ao curso que ministrariam, pra ensinar os profissionais da Educação Física. Fui como convidada  deles, doidinha pra colocar a mão na massa, ou melhor, nos pesos!

10325326_797872733556748_6122424073360696080_nE quando eu toquei neles, surgiu o amor!rs   Ricardo e Virna já trabalham com cadeirantes, na preparação física da equipe de esgrima de POA. Eles sabiam o que estavam fazendo! Primeiro, os professores ensinaram um exercício bem fácil, até pra nós, cadeirantes, e que auxilia no nosso controle de tronco. Segurando o peso com as duas mãos (como eu estou na foto), giramos o peso pra baixo e pra depois pra cima, num movimento de semi-círculo. (de ombro a ombro) É bem tranquilo de fazer e eu senti pegar muuuito as laterais do tronco. Depois, pra quem já treinou isso bastante ou já tem um pouco de controle, dá pra segurar o peso com as duas  mãos e girar em torno da cabeça. (eu usei um peso de 6kg nessas primeiras tentativas).

10169411_797870763556945_8073822024035743190_nDepois disso, começou a parte mais legal e desafiadora.E eu nem gosto de coisa difícil, né?!rs Eu estava tentando fazer o snatch, mas a cadeira de rodas estava me limitando demais. Eu precisava de espaço. Sentei numa cadeira e normal e comecei. Todos os alunos do curso fazendo e eu também.

 

 

 

Então, partiríamos para o Jerk. Esse exigiu muita força. Do lado direito, depois de tentar e tentar sem parar, eu consegui! Do lado esquerdo, eu não tive equilíbrio suficiente. Fiquei no meio do caminho. Preciso tentar mais e fortalecer meu core.

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Eu estava super contente e satisfeita, com tanta endorfina correndo pelo corpo e saindo pelos poros, que até senti calor (numa noite fria de Porto Alegre). Fui tirando vários casacos que eu estava usando. Mas, eu ainda queria muito uma coisa: fazer o swing! Era sonho, que precisava ser realizado. Então, com o aval da Virna, eu fui tentando, tentando…até conseguir! Vibração total! Aquela sensação maravilhosa de, finalmente, ter feito algo que eu queria muito!

O vídeo dos 3 movimentos em sequência está aqui nesse link do youtube. (oremos pra funcionar dessa vez! é só copiar o link e colar no navegador)

https://www.youtube.com/watch?v=q1ncMY86ay0&feature=youtu.be

Acabei fazendo amizade com um monte de gente do curso, que gostou muito dos meus resultados (foi a Ana, uma amiga que fiz lá, quem filmou e tirou as fotos pra mim). Fiquei amiga do pessoal do staff e até provei chimarrão (aprovadíssimo!).

Eu amei o kettlebell de paixão apaixonada e pretendo continuar praticando aqui em Ribeirão. Na academia só tem de 8kg pra cima. Ou eu fico mais forte e com mais equilíbrio, ou eu compro um de 6kg pra mim. Porque, sabem aquela coisa que você sente, que te faz bem, com aquela sensação de dever cumprido, de “sim, eu posso”? Foi o que o Kettle me proporcionou. Eu gosto de ser desafiada, de sair da mesmice. E esse é um grande desafio pro meu corpinho tortinho pra esquerda.

No início do curso, Ricardo me apresentou aos alunos como convidada. No final, após agradecerem aos alunos, perguntaram se eu queria dizer algo. Eu estava manteigona e não quis. Fiquei com os zóim cheinhos d’água e preferi agradecer lá fora, aos dois, por me convidarem a participar do curso, por acreditarem no meu potencial e por me ajudarem a realizar um sonho. Sonho bobo. Sonho de atleta. Mas sonho. E sonho realizado é melhor ainda!

 

20
maio

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CORE 360º cadeirante

Gente, sumi. Mas tudo tem uma explicação! Quem acompanhou o Instagram ou a Fan page sabe onde eu estava! Fui à caça de novas maneiras de aprimorar meus treinos. E vocês embarcam junto comigo nessa, porque eu faço, mas passo tudo pra todo mundo fazer também.

O treinamento funcional está em alta, devido aos resultados que ele traz. Não to falando de resultados estéticos, ok! Estou falando de resultados físicos.

Eu já tinha ouvido falar do CORE 360º  há bastante tempo. É um método criado para atender a praticantes com diferentes níveis de condicionamento físico, dos 8 aos 80 anos, para servir a atletas profissionais, indivíduos comuns e ainda auxiliar na prevenção de lesões.  Eles enxergam que, por mais parecidas que sejam as pessoas (altura, peso e objetivo), cada uma tem uma particularidade que precisa ser trabalhada de forma individual durante os treinos. 

Esse método maravilhoso é muito eficaz em vários aspectos (como não sou da área da Educação Física, sou muito leiga pra dar informações técnicas). E em toda sua sabedoria, compaixão, amor, inteligência e empatia, Artur Hashimoto, um dos primeiros treinadores do  CORE 360º, adaptou o método para nós, cadeirantes. 

E estava, desde que ouvi falar dele, procurando esse  homem ocupado e ímpar, mas cheio de boa vontade com a gente! E nessa semana, consegui passar uns dias aprendendo muito com ele. Farei um resumão aqui no blog e postarei alguns vídeos no youtube (espero que dessa vez funcione) do essencial e de alguns exercícios. Pois, como o próprio método defende, o trabalho é individual e, com certeza, há alguns exercícios que eu consigo fazer e outros cadeirantes não, e alguns exercícios que muitos conseguem e eu não (como aconteceu lá, quando eu vi o Mateus treinando e  ele fez algo que eu não consegui).

1622192_799506250060063_8560655022816879339_nA primeira coisa que devemos fazer quando começar o treino do dia é AQUECIMENTO! Pode ser numa handbike (algumas academias tem simulador), girando um bastão no ar (como eu fiz com o cabo da vassoura no primeiro post de atv física) ou qualquer outra atividade aeróbica, feita com moderação e por uns 10 minutos. (Eu fiz no remo e amei, apaixonei, enlouqueci! Quero um trem desses na minha vida!hahahahaha)

Depois de aquecer, temos que fazer a ATIVAÇÃO DO CORE. Nessa parte, precisamos de ajuda! Pode ser com uma bola ou um bastão. Segure a bola (de preferência daquelas grandonas, que as academias usam) e  o que a outra pessoa precisa fazer é empurrar  e puxar levemente a bola (não é pra gente quase cair da cadeira, pelo amor de Deus!! Todo mundo sem roxo no braço e com todos os dentes na boca depois de fazer isso, por favor!). Não deixe os braços dobrarem e tente não ficar indo pra frente e pra trás com o corpo. Fazemos a força no abdome (por isso a pessoa tem que ser sutil e fazer algo leve) – sim, dá pra tetra treinar isso e melhorar!! Depois, faça isso pros lado também.

10155484_799510106726344_9016758416603718140_nApós essa ativação, alongue-se! É importante! Alongue bem braços e costas (pode ser na cadeira mesmo). – Olha o urubuzão, toda de preto!!!

Depois disso, comece a treinar. Os exercícios que fiz na musculação foram direcionados pra mim, pro meu caso específico e pro meu tipo de lesão. Mesmo assim, eu compartilharei alguns no decorrer da semana (se  o youtube não colaborar de novo, posto aqui mesmo).

 

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Pra quem quiser mais informações sobre o método  CORE 360º, o site deles está aqui: http://www.core360.com.br

Bóra treinar, meu povo!!!

08
maio

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Wings for Life World Run

Gente, imagino que vocês estivessem loucos pra saber os detalhes da corrida e eu fiquei enrolando pra escrever! Na verdade, é tão difícil sintetizar tudo, mas eu vou tentar!

Primeiro, vou explicar o que é a Wings For Life World Run. Essa é uma corrida mundial, quando atletas de 34 países correm simultaneamente ao redor do mundo. Ela não tem linha de chegada. Na verdade, a linha de chegada persegue você (através de um carro que é o “tapete” que bem conhecemos). O percurso tem 100km, e você corre até esse carro ( que saiu 30min após a largada e anda a 30km/h)  te alcançar. Depois disso, a organização te leva até a arena, onde há as tendas de assessorias, banheiros, lanche, massagem. 100% de tudo o que foi gerado no evento vai ser revertido para a Fundação Wings for Life, que financia a pesquisa para a cura das lesões de medula. Esse foi o primeiro ano da corrida no Brasil e aconteceu em Florianópolis.

No sábado, como é de costume em qualquer corrida, fomos retirar os kits. O local da arena era lindo e quando chegamos, não havia fila.

20140503_145856Nessa viagem, fomos em 3 amigos: Fernanda Balster, Paulo Cesar e eu. Depois de pegarmos nossas sacolinhas e tiramos algumas fotos, um cadeirante veio nos chamar pra  “trocarmos uma ideia sobre a prova”. Quem era? Jaciel Paulino, tetracampeão da Sao Silvestre. Ele precisava trocar ideia conosco, reles cadeirantes mortais? Não! Ele é o melhor! Mas em toda sua humildade, veio nos convidar. Fizemos um grupinho, conversamos sobre a prova, demos risada.Depois, o trio parada dura (Fer, Paulo e eu) fomos almojantar, porque ainda não tinha dado tempo de fazer isso.

20140504_065953Nem preciso falar que eu não dormi, né?! Adrenalina pura, doida pra amanhecer o dia! Amanheceu e…Vento! E todo mundo sabe que vento e Danielle são duas coisas inversamente proporcionais. Antes de começar a prova eu parecia um urubuzão, toda de preto, cheia de blusas e casacos. Foi dada a largada do pessoal que anda e nós tínhamos que esperar 1hora pela largada dos cadeirudos. Aí, foi só festa! Fotos, risadas, zoeira, quem não se conhecia foi virando amigo…foi uma delícia! E eu já estava sem blusa de frio, no vento, arrepiando os pelos dos braços e com o meu bichinho do “ham ham”.

Explicaram que, no nosso caso, o carro não nos perseguiria. Nós iríamos atrás dele. Assim que o primeiro cadeirudo alcançasse o carro, esse parava, todos nós daríamos a volta nele e voltaríamos pra largada (nossa linha de chegada). Todo mundo gritando “corre Jaciel”, pra ele parar o carro e nós não precisarmos morrer em 20km ou mais!

10170957_619183888173207_3797536220335781796_nPediram pra nos posicionarmos em frente à largada! Que sensação maravilhosa! Veio a busina e todos nós saímos juntos! Depois de passarmos pelos fotógrafos, já era. Jaciel distanciou de todo mundo, na caça ao carro. Logo, Fernando Fernandes, que também usava uma cadeira esportiva de alto rendimento, abriu. Paulo e mais um moço também abriram. O resto da galera foi indo num ritmo meio parecido.

20140504_091617Vou confessar uma coisa feia! Mas engraçada. As meninas que me perdoem, por favor! Mas dei uma olhada nos braços delas e disse pra Fer : “Não sei se elas treinam. Elas que não vão chegar na minha frente.” Se a Aline Rocha tivesse ido, eu nem iria me esforçar tanto. Mas já que ela não foi…rs

O percurso não foi muito fácil, pois o asfalto era bem em U e não tínhamos onde andar direito pra cadeira não bater no meio fio. Era aquele sufoco de tocar a cadeira com uma mão e segurá-la com a outra. Nem no meio da rua dava pra acelerar muito. A maioria da galera passou a prova inteira costurando a rua, procurando os locais com menos desnível.

O mais legal era, quando eu passava pelos meninos, ouvir: “Ta forte, hein menina” ou “me espera”.  Sinal de que os treinos dão mesmo resultado! Musculação, tocar a cadeira na rua, tudo isso é essencial. Fui mesmo passando por alguns meninos. As meninas, eu nem via mais…

Quando eu estava feliz e contente, adivinhem! Lá vem o Jaciel voltando! Mas já??

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Um pouco atrás dele veio o Fernando. E mais atrás um pouco, o Paulo, que era o terceiro colocado na prova e o primeiro que estava correndo com a cadeira do dia a dia.

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Eu passei um pouco de frio na ida. E dei uma fervida na volta, porque não transpiro. E essa de “toca a cadeira com uma mão e segura com a outra” destrói os braços. Lembrei que depois da Meia Maratona da Corpore, eu não conseguia levantar os braços nem pra lavar os cabelos.

A Fer foi comigo a prova inteira, conversando, tirando fotos, pegando água…

Aí, quando eu menos esperava, lá estava a linha de chegada. Mesmo com o desnível do asfalto, tentei dar um sprint final. Só tentei! Aí, passei pela faixa, todo mundo gritou e a moça falou no microfone que eu tinha ficado em primeiro lugar. Desci do salto, gritei, coloquei a mãozinha no joelho e fiz um passinho de funk (não me julguem).

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Cada um que chegava era a maior festa! Depois veio a premiação e as fotos finais. E aquela sensação de dever cumprido! De ter ido, de ter participado dessa causa tão importante pra nós, de ter dado meu máximo, de ficar feliz em ver cada um, uns que nunca tinham corrido, ali se superando.

Fomos pra arena e eu segurando meu troféuzinho como se fosse ouro. Na verdade, pra todos nós, lesados medulares, aqueles troféus (o meu, o do Jaciel, do César Miguel e da Ana Lídia) valem ouro mesmo. São o primeiro passo que o Brasil deu, no apoio à luta pela cura da lesão medular.(Brasil não é o governo, viu gente! São as empresas que ajudaram, os atletas envolvidos na organização e participação, etc)

Camera

Meu troféu não é só meu. É de todos nós, cadeirantes, que todo dia nos esforçamos pra melhorar, nem que seja um pouquinho, em todos os aspectos da nossa vida e que buscamos, incansavelmente, a cura. Trazer essa prova pro Brasil é trazer essas pesquisas pra mais perto de nós.

Meu apelo, pra variar, é que todos os cadeirantes pratiquem uma atividade física e agreguem  saúde e qualidade de vida nos seus dias. E peço que, ano que vem, estejam correndo conosco (vocês tem um ano pra se preparar). Peço também pra que mais atletas andantes participem dessa prova tão importante pra nós.

Porque não vamos parar de correr, até encontrar a cura!

 

PS -Todas as fotos do evento vocês encontrarão já já na fan page do Blog, no Facebook. É só digitar “Blog Dani Nobile” na busca.