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Outubro Rosa

Está chegando o fim do mês mais lindo do ano! O mês em que eu nasci e renasci. Mas resolveram pintar de rosa o meu mundo azul e eu divido esse mês com mulheres lindas, que lutam pela vida ao redor do mundo.

outubrorosa_0001O Outubro Rosa surgiu nos EUA, começando com ações isoladas, que depois foram unificadas e se transformaram num movimento lindo que, literalmente, dominou o mundo. A primeira Corrida pela Cura aconteceu em NY em 1990. E hoje, temos corridas e caminhadas o mês inteirinho no mundo todo. A primeira ação que chamou atenção no Brasil aconteceu em São Paulo, no dia 02 de outubro de 2002, quando o Obelisco foi todo iluminado pela cor que simboliza a luta contra o câncer de mama.

Eu descobri que o câncer existia quando ainda tinha uns 6 anos de idade, e um amiguinho de 4 anos morreu de leucemia. Acompanhamos o tratamento, ele ficar carequinha e meus pais explicaram o que estava acontecendo com ele. Depois de adulta, convivi de perto com amigas que lutaram contra o câncer de mama. Umas lutaram bravamente até o fim. Outras venceram e tem lindas histórias pra contar.

Aqui em Ribeirão Preto, minha cidade, em Arraial do Cabo (RJ), em São Paulo, e em várias outras cidades do país, tivemos corridas e caminhadas durante todo o mês, pra arrecadar fundos para o tratamento de mulheres no Brasil todo. Mas, eu quero destacar algumas coisas específicas!

Pra quem me acompanha, sabe que sou amiga da Debs (blogdadebs.com.br). Ficamosdebs amigas durante o processo de quimio e eu tentei acompanhar tudo o mais de perto possível, mesmo não morando perto. No Blog dela há várias dicas, desde alimentação, até maquiagem  e motivação, pra quem está passando por esse período de tratamento (seja seu ou de alguém da família).  E não é nada baixo astral. Pelo contrário! Ela encarou tudo de forma positiva e mostrou que a sua atitude é fundamental no processo de cura.

 

paty

 

O mês de outubro também me trouxe uma mulher maravilhosa, que agora posso chamar de amiga. A Paty, do Rio de Janeiro. Há 5 meses diagnosticada com câncer, ela tem um astral super mara e, preocupada com outras mulheres que estejam em tratamento, organizou um dia de beleza apenas para pacientes oncológicas. O vídeo ta incrível!

 

https://www.youtube.com/watch?v=B_T-NXaHxvQ&feature=youtu.be

 

Ontem eu participei de um dia de doação de cabelo, conversa e muito carinho no Lunna Spa, aqui em Ribeirão. Gente, teve muuuita mulher doando cabelo. Mas o mais lindo foi ver meninas, de várias idades, doando seus cabelos para outras meninas que precisam. Acreditem: as duas primeiras doações e a última, foram de crianças! O cabelo doado foi para o GAAC. Até sábado, 10% da renda do Salão vai para o Hospital do Câncer de Ribeirão Preto – Fundação SOBECCan. Se você vai se arrumar, fazer unha, escova, passa lá! Além de ficar linda, você estará ajudando essa causa nobre.

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Tenho também grandes amigas, A Fer Bulhões, a Mônica Locchi e a Thatá Rodrigues, que organizam eventos solidários no estado de SP, atrás da Zumba. Há 2 anos atrás, um pouquinho antes do acidente, eu fui voluntária e me diverti muito num evento desses. Esse ano, teve Caminhada, Zumba e venda de camisetas, cuja renda vai para o ABRACCIA.

zumba

 

E pra encerrar esse post, deixo o canal do Youtube do Divas Que Qorrem. Em comemoração ao Outubro Rosa, mulheres como minha amiga Debs e minha amiga Ivonete, contam que em vez de só sobreviver, elas resolveram viver da forma mais intensa possível, um dia de cada vez, um km de cada vez, igual na corrida.  Exemplos de mulheres que em vez de se debruçar na autopiedade, escolheram viver intensamente a vida e não o tratamento, e como a corrida as tem ajudado nisso!

https://www.youtube.com/user/divasquecorrem

divas

 

Por que eu escrevi tudo isso?

Pra mostrar a importância de nós, mulheres, estarmos sempre atentas, fazendo o auto-exame, conversando com nossos médicos. Pela nossa saúde! Pela nossa vida!

22
out

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Tenho 2 anos! Parabéns para mim!! o/

É hoje o diaaaaa, da alegriiii-i-aaaaaa! E a tristezaaaa, nem pode pensar em chegaaaar. Diga espelho meu, se há na avenida alguém mais feeeeliizz que eu! Diz aí! Diz aí!!!

dani2

Sim, siiimmm, siiiiiiiiiiiiiiiimmmmm!!!! Hoje eu completei 2 anos de vida! 2 anos de lesão, 2 anos de acidente, de vida nova, de cadeira de rodas. Sim, eu comemoro! Eu entrei no liquidificar e saí, viva, inteira e pronta pra curtir a vida adoidado. Sabe aquele ditado besta “Deus disse: desce e arrasa”? Então, no meu caso, Deus disse “Sai desse monte de lata retorcida e vai ser feliz, minha filha!”

10325410_791961860814502_2073472362398210166_nEu comemoro sim! E fico muito brava e indignada quando vejo cadeirantes todas/todos tristes, cheios de  lamúrias e lamentos “ai, que droga, hoje completo tanto tempo de lesão”.  Tá louca minha filha? Preferia ter morrido? Preferia causar mais dor à sua família? Preferia estar pior do que você está? Eu não preferia! Eu to bem, obrigada!! É…não to ótima. Estarei ótima quando puder voltar a correr e dançar. Por enquanto, eu to bem, obrigada!

Pra quem não me acompanha desde o começo, o que mudou na minha vida do dia 22 de outubro de 2012 pro dia 22 de outubro de 2014? Tudo! E nada!

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Em 2012, eu era professora. Apesar de morrer de saudade dos meus alunos, hoje não sou mais.  Apesar de ter lesão alta e ser considerada tetraplégica (não é só a questão de movimentação. A tetraplegia envolve também outras demandas, como dores agudas, perda da sensação de frio e calor, ausência permanente da capacidade de transpiração, espasmos, queda de pressão e tudo isso eu tenho de sobra. Minhas pernas esfriam e não esquentam mais, a ponto de eu sentir dor neuropática, outro demanda da tetraplegia) eu recuperei um pouco dos movimentos das mãos. Mas, mesmo com letra feia, não consigo escrever mais que duas linhas. Tenho espasmos nos dedos e a caneta cai da minha mão. No final da primeira linha já estou tremendo.

Acabei me apegando fortemente a esporte, tanto pra me reabilitar quanto pra buscar uma nova profissão. Ainda não sou profissional. Mas, como em qualquer profissão, que você precisa estudar, se empenhar,  se especializar, tentar e tentar, procurar um emprego, começar de baixo e ir devagarzinho subindo os degraus, eu estou tentando. Comecei do zero. Do nada! Estou tentando, estudando, começando de baixo, devagarzinho, tentando subir os degraus.

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Passei muitos percalços no esporte, tentei daqui, tentei dali…Mas agora, graças ao presente dos meus amigos – a handbike – eu to fazendo o que eu queria e mais amo: correr. E estou tentando trilhar um caminho novo. Sozinha está difícil, de vez em quando eu levo uns sustos, mas prefiro esses sustos do que não fazer esporte nenhum!

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Meu equilíbrio de tronco não é aquelas belezas, mas já melhorou muito, com relação ao que era no começo! Ainda tenho o corpo todo bagunçado de temperaturas. Tem dias que coloco  a mão em mim e canto a “Dança da manivela”, dizendo que aqui ta quente, aqui ta frio, muito quente, ta frio. Tem dias que to com calor no tronco e pescoço e dor neuropática porque as pernas estão geladas (como por exemplo, agora!).

Mas por dentro sou a mesma pessoa de antes, que ri sempre, que faz piadas idiotas, que gosta de estar rodeada de amigos, que adora ouvir música e berrar a letra a plenos pulIMG-20140915-WA0077mões, que ama esportes, que ama viajar,  que ama a vida!

Me considero feliz e vivo muito mais intensamente agora do que antes. Viajo mais, passeio mais, dou menos valor ao dinheiro e mais às experiências vividas, dou menos valor à aparência física e mais à saúde. Conheci muito mais gente, muitas pessoas legais que me ensinaram muito.

dani1Ah, eu não deixei a vaidade de lado nem no hospital! E preciso agradecer minhas amigas que me supriam com maquiagem, shampoos…rsrs Eu sempre me maquiava, até pra ficar em casa. Hoje continuo com uma das minhas marcas registradas: lápis preto nos olhos.

No começo manter a vaidade foi bem difícil. Devido à anestesia da cirurgia e muitas medicações, perdi quase 80% do cabelo e minha pele ficou lotada de espinhas.
Agora, meu cabelo está crescendo. Os fios novos estão quase nos ombros. Mas misturados com os fios antigos, meu cabelo ainda tá estranho rsrs Mas nem por isso eu deixo de arrumá-lo pra sair. Passei milhões de cremes nas espinhas, fiz algumas sessões com uma amiga especialista em laser e Led, e agora meu rosto está mais limpo.

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Meu corpo é outro. Minhas pernas grossas e musculosas já não são as mesmas faz tempo. E agora, além de finas, uma é mais fina que a outra.Minha barriga sarada foi trocada pela famosa “barriga de tetra (tetraplégica)”, flácida devido à falta de contração muscular, principalmente no abd inferior. Tive que aceitar meu corpo novo. Claro que sinto falta do corpo antigo, mas não adianta viver de passado. Tento me arrumar e ficar bonita o máximo que eu posso.
Gosto de estar sempre cheirosa. Continuo usando anti rugas, porque to com os pés e as rodinhas nos 30 (acabei de fazer 29). Não é porque estou na cadeira de rodas que vou ficar por aí desleixada.

Mas a vida quis reforçar, através da cadeira, que há coisas muito mais importantes que a aparência. Dou valor a estar bonita e arrumada. Mas claro que isso não é tudo!
Ser respeitada pelas minhas ideias, pelos meus ideais, ser vista como mulher antes de ser vista como cadeirante, alguém parar pra ouvir o que eu penso antes de me olhar e me prejulgar, é muito mais importante!

IMG-20140216-WA0002Depois que vc vê a morte de perto, passa a encarar a vida de uma outra forma. Dá mais valor à certas coisas e menos à outras. Pensei em tudo que queria ter dito e não disse, em tudo que teria ter feito e não fiz. E agora, eu tento me empenhar mais em viver.

485462_886413038036050_5727372151154729224_nCom certeza meus valores mudaram. Eu simplesmente vejo a vida de uma outra forma. Vi a morte de perto e Deus me deu outra chance. Dou mais valor aos meus pais (mesmo que eu não demonstre tanto pra eles). Dou mais valor aos meus amigos. E tento estar com eles sempre que posso. Dou mais valor ao amor e não tenho vergonha de demonstrar. Dou mais valor às pequenas coisas, aos momentos. A gente nunca sabe se aquela vai ser a última vez que vc ta fazendo aquilo, que vc ta naquele lugar, ou que vc ta com aquela pessoa. Então, eu procuro viver intensamente cada momento da minha vida.Eu viajo mais, passeio mais e faço menos contas hahahaha  Posso ficar dura. Mas dinheiro nenhum vale mais que uma boa lembrança. E eu to cheia de lembranças boas.

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Não sou uma pessoa perfeita! Ainda tô há mil anos luz disso! Mas tento ser uma pessoa melhor do que eu era na época do acidente.20140907_111440

Tirei um milhão de lições. Mas acho que as principais são que a vida é curta demais pra gente ter uma vida chata. Que sobreviver é muito chato.

Que vc trabalhar e voltar pra casa e ter uma vida vazia só por dinheiro não vale a pena.
Tem gente que tem um relacionamento e só ta com a pessoa de corpo presente. Chega do trabalho, deita na cama e dorme. Não faz nada junto, não passa tempo de qualidade, não para pra beber uma taça de vinho e conversar, ou pra dividir uma panela de brigadeiro sentados na cama enquanto assistem um filme.

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Tem gente que só dá valor pros avós depois que os perdem.
Tem gente que tem filho, mas não cria o filho, não brinca junto, não se diverte junto, não sai pra andar de bicicleta, não lê uma história pra criança, não cria lembranças com a criança.

10678686_879401312070556_2912020854838005937_nTem gente que não cria lembranças pra si mesmo. Eu quero uma vida cheinha de lembranças, de risadas, de bons momentos, eu quero uma vida colcha de retalhos, que a gente constrói aos poucos, vai costurando os pedacinhos, fura o dedo, a linha acaba, a gente pega outra de outra cor, para pra cortar mais retalhos, vai fazendo um pouquinho por dia, um pedacinho de cada vez.

 

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21
out

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Adidas Boost Endless – um sonho que quase virou pesadelo

Ainda estou digerindo tudo me aconteceu domingo!rs  Juro! Essa corrida foi boa demais, mas também foi um misto de sentimentos, devido ao desafio +1km! Vou contar o motivo!

Primeiro, vou falar sobre a prova em si! Pra quem nunca ouviu falar, o desafio Adidas Boost Endless consiste em algo que eu chamo de “3 corridas em 1”. Primeiro você corre 10km. Descansa (cerca de 30minutos) e corre mais 5km. Os tempos dessas duas distâncias são somados. Os 100 homens mais rápidos e as 50 mulheres mais rápidas disputam um tiro de 1km.

Quem me conhece sabe que sou louca por coisas diferentes e virei a louca das inscrições. E quando soube da prova, eu queria fazê-la. A lógica seria fazer em São Paulo, bem mais perto da minha cidade. Porém, o percurso não favoreceria muito a cadeira/handbike. Então, optei por fazer no Rio de Janeiro. A prova no Aterro seria delícia e eu poderia correr de novo no Rio depois de 2 anos!

Cheguei na sexta-feira pra retirar o kit e fui super bem recebida na loja da Adidas, tanto pelo pessoal da empresa quanto pelo pessoal da Latin, empresa organizadora. Sábado, por um milagre, eu deixei tudo separado, roupa, tênis, número de peito…não deixei nada pra última hora.

Porém, meu medo de perder a prova começou no domingo de manhã, quando um acidente fez com que a via que escolhemos (por ser mais rápida) pra chegar até a prova estivesse bloqueada. Tivemos que dar a maior volta pra conseguir chegar lá (eu estava hospedada na casa da Dani, do outro lado da cidade). O Paulo, meu amigo-anjo, teve que ter a maior paciência comigo, toda desesperada dentro do carro. (Pra quem  não viu no instagram, o Paulo é amigo de um amigo. Ele não me conhecia e anulou sába1620829_884936934850327_7632849102251115215_ndo à noite e domingo de manhã, só pra me levar na corrida, me ajudando a transportar a handbike). E sim, quase perdi a largada mesmo! O staff pelo caminho não sabia nos informar nada e não nos deixava passar com o carro pra descarregar a hand, apesar de eu ter sido autorizada por um moço da Latin, na sexta-feira.

 

Cheguei na largada  faltando 10 minutos, mas sem o chip. Enquanto o Paulo corria pra pegar o chip, eu tentava convencer o pessoal da organização a me ajudar a posicionar a hand, que daria tempo. Mas, acharam melhor eu largar por último. Correria total, a roda da frente da hand soltou e o Paulo teve o maior trabalho pra recolocar. Dois meninos (umas graças, me ajudaram o tempo todo), ajudaram o Paulo a posicionar a hand, me ajudaram a posicionar e amarrar as pernas. E lá fui eu, no desespero, sem dar tchau!

No percurso todo dos 10km, eu tive que pedir licença…tá, eu gritava pra pedir licença! Mas eu pedia por favor!!rs Fui ultrapassando vários corredores, brecando várias vezes pra não atropelar ninguém. Estava sem música, porque não deu nem tempo de colocar os fones e ligar o celular. Desesperei quando vi que a água não saía pela mangueira do camel back. A mangueira devia ter dobrado. Na correria, nem tive tempo de testar. Tive que parar duas vezes pra pegar água na prova. Bebia um pouquinho, coloca o copo aberto no colo e ia bebericando no caminho.Bebendo o que sobrou, né?! Porque a água caía todinha no meu colo hahahaha.Ainda bem que estava calor! Enfim, faltou hidratação pra mim  e eu sabia que isso me prejudicaria na prova de 5km (e talvez na de 1km, se eu fizesse).

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Passei pelo pórtico dos 10km e o relógio marcava 48min. Não estava cansada e não tinha nem ideia do meu tempo, porque larguei atrás e não lembrei de olhar o relógio do pórtico quando larguei. Teria que esperar…Ai meu coração de curiosa!!rs  Qual foi minha surpresa quando o Paulo, meu amigo-anjo, estava ali, me esperando! Achei que ele fosse me deixar lá e ir embora..rs Mas não! Me acompanhou a manhã toda! Me ajudou com água, tirou fotos, ficou comigo no descanso… Optei por ficar na handbike no período entre os 10 e os 5 km. Era so comer e beber..Mas acabei saindo dela e sentando na grama, na sombra, um pouquinho, conversando com o Paulo e vendo o pessoal. Até ali, foi uma coisa meio “Buenos Aires”. To acostumada a correr em SP, cheia de amigos. E ali, no RJ, me senti como em BA enquanto esperava as meninas, sem muitos amigos por perto. Mas isso logo iria mudar.

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10 minutos antes da largada dos 5km, já fui me posicionar, conforme orientação da organização. Dessa vez, largaria na frente. Ao meu lado, uma atleta deficiente visual e sua guia. A guia veio me dar oi e desejar boa prova. Olhei pra ela e disse “acho que conheço você. Você não é amiga do Vinícius (meu amigo corredor – que tá parado – do RJ)?”  Pronto! Foram sorrisos e risadas. E abraços! A Márcia lembrou de mim! E como corre essa mulher. E ela me apontou mais um corredor conhecido, que estava bem atrás de nós, na linha da largada. Largamos! No começo, fui que fui…até que ouvi um “plec” na corrente. A marcha desregulou, a corrente saiu do lugar. Foi pra marcha pesada e não voltava. Estava travada. Olhei pra frente e…subida! Era uma subida besta, que eu faria facilmente…se a marcha não tivesse quebrado…de novo!!! (eu já não sei mais o que fazer com isso).

Quase morri pra hand subir aquilo… Mas continuei pedalando…. Fui beber água e, apesar de ter testado a mangueira antes de sair, ela dobrou de novo e eu não tinha água…de novo!! Resultado? Quebrei! Óbvio! Sem água naquela calor! Mas eu tenho bons amigos que, sem saber, passaram por mim, deram oi, e isso me animou a continuar. Como o Eduardo, que me chamou, deu tchauzinho..não conse10632651_10152370994691283_1635800851599196429_nguimos tirar foto juntos, mas os fotógrafos da prova fizeram isso pra nós!…Dei meu máximo, mas chegou uma hora que os braços já não iam mais. Eu pedalava na reta parecendo que estava na subida. Gente, tem que rir pra não chorar! Nessa hora, eu resolvi pedalar do jeito que dava, curtir minha música e aquele visual maravilhoso. Eu já estava paquerando aquele céu, aquele sol e aquelas montanhas desde a prova dos 10km. Pra quem não sabe, eu e o Rio vivemos num caso de flerte e amor eterno (apesar de eu ter que dividí-lo com minha amiga Kauana). Então, naquele momento, eu não tinha nada melhor pra fazer, a não ser cantar e olhar a paisagem, fingindo que eu estava dando uma voltinha de hand pelo Aterro. Avistei a linha de chegada e quando passei por ela, meus braços caíram de cansaço!

Logo vieram o Paulo e os dois mCYMERA_20141021_123221eninos do staff, me dar água, e me ajudar a passar pra cadeira. Nessa hora, toda descabelada, a corrida começou a ficar boa. Aquela sensação de endorfina, aquela coisa boa de final de prova, invadindo meu corpo. Eu, toda descabelada pelo tira e poe capacete, comecei a encontrar amigos. Primeiro foi o Rafa..aaahh, como eu queria encontrar esse homem! rsrs  Depois foi a Debora! Que surpresa boa!  Delícia abrCYMERA_20141021_122136aça-la e conversar um pouquinho. Pronto! Eu já tinha ganhado o dia!

 

Daí, fui ao banheiro, comi, bebi um monte de água, passeei, fiz massagem, cumprimentei mais amigos e conhecidos. E fui olhar o telão com meu tempo. Pelas minhas contas eu tinha feito os 10km + 5km em 1h10 (mas na verdade deu menos que isso!! uhuuu) e a última das 50 mulheres que disputariam o desafio +1km fez em 1:15..ou seja, eu consegui o índice! Por que meu nome não estava lá?

Ao lado do telão tinha uma mesa com computadores e eu fui perguntar. A moçCYMERA_20141021_122230a não sabia me informar nada, mas disse que procuraria alguém pra me ajudar. Enquanto eu esperava, fui convidada a dar uma entrevista, falando sobre a prova, como foi correr, parar e correr de novo, sendo cadeirante. Gente, vou falar pra vocês o que falei pro moço. Foi difícil! Foi desafio mesmo! To acostumada a correr 21km e minha segunda volta é sempre melhor que a primeira. Essa coisa de parar e correr de novo, ainda mais por ter ficado sem água, foi complicado! Só a massagem pra me salvar!rsrs  Ali no final da entrevista, encontrei a Marcia de novo, rimos, tiramos foto e ela me deu uma dica de prova pro ano que vem!

Logo, fui procurar a moça dos computadores de novo. Já tinha um rapaz me esperando. Ele me indicou a mesa de cronometragem ao lado do pórtico de largada. Cheguei la e fiz a mesma pergunta que tinha feito duas vezes antes: “Pelas minhas contas, meu nome deveria estar entre as 50 pra correr o último km. Você pode ver meu tempo, por favor? Queria saber porque meu nome não está lá”. Aí a coisa começou a ficar séria quando ouvi “vou confirmar, mas deve ser porque você é deficiente e não temos a categoria”. Oi? Gente, fervi por dentro!!! A partir do momento que não há a categoria, mas aceitaram a minha inscrição, se eu consegui o índice, eu tenho que ser aceita pra fazer a prova! Eu fui ali pra isso! Fui, treinei e me matei pra conseguir estar entre as 50. Esse era meu objetivo! Eu sabia que não haveria troféu pois não há a categoria. Mas eu fui pra estar entre as 50,a graça da prova era essa! Se eu consegui, eu queria estar lá! Fervi! O moço disse que ia chamar outro moço. Esperei, esperei e nada! O Paulo, atrás de mim o tempo todo. Olhei bem pro moço e disse, com calma de faz-de-conta (por dentro eu estava uma pilha)  “Ele vai demorar? Se ele só vier falar comigo depois da largada, vou entrar com processo contra a organização”.  Ele avistou outra pessoa de longe e disse “Vai la, que ele pode te ajudar”. Lá vou eu de novo. Pra ouvir a mesma coisa. Aí eu briguei e chorei. Disse pro moço que isso era preconceito! Só porque estou na cadeira de rodas eu não posso fazer um bom tempo? Reclamei mesmo! Eu disse a mesma coisa pra ele:  Se a organização aceitou minha inscrição, mesmo não havendo categoria, e eu consegui o índice, eu queria correr. Ele entrou e saiu da tenda mil vezes. E voltou, falou a mesma coisa. Eu repeti tudo de novo. Ele disse que não haveria premiação, pois não havia categoria. Eu disse que tudo bem. Mas que eu queria meu nome no telão e queria correr. Ele olhou pra mim com cara de dó! Disse que não ia colocar meu nome no telão, mas que se eu SÓ queria correr, eu poderia. Fiquei muito brava! Chorei de ódio e disse à ele que não queria correr por pena, mas por mérito meu, que treinei igual a todo mundo! Não é SÓ correr! Ele sabe o que a corrida significa pra mim? Aposto que ele não corre!

Enfim, me colocaram pra dentro da tenda das 50, porque estava juntando gente em volta. E veio maaaais um falar comigo. Aí veio o argumento de que era injusto eu correr, tirando a oportunidade de outra atleta, pois era injusto eu usar a handbike que é  muito mais rápida que correr com as pernas e que se não o fosse, não haveria Paralimpíadas. Eu disse à ele que se eu fosse tão rápida, teria chegado em primeiro lugar. E se fosse assim, que nem aceitassem minha inscrição. Mas se aceitaram e eu consegui fazer o tempo (beeeeem acima das primeiras colocadas), que eu queria correr sim, e não por dó, mas por mérito meu, que me esforcei igual à todo mundo.

Gente, eu já estava tão nervosa e chateada que meu corpo tava reclamando, com energia ruim de estress correndo dentro dele e pedindo uns sorrisos pra aliviar… Poxa vida!  Respirei fundo, peguei meu chip, minha camiseta (enorme pro meu tamanho) e fui me posicionar na hand. Aí, vem mais uma. Queriam que eu corresse sozinha pra não correr riscos de causar acidentes pras outras atletas. Oi? Na hora de me mandar largar atrás nos 10km e ultrapassar, no mínimo, uns 200 atletas, não pensaram nisso, não? Pedi pra largar na segunda bateria feminina e disse que esperaria as meninas saírem e eu sairia atrás. Concordaram e foi o que eu fiz.

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Largamos. Eu com a hand pesada. O percurso ia 500m e voltava 500m. Eu perdi um tempão na hora de fazer a curva e já estava destruída quando faltavam uns 100m. Mas não cheguei por útimo, apesar de largar por último! Agradeci aos organizadores pela oportunidade, peguei minha medalha, bebi água, dei tchau pros meus amigos e parti, antes mesmo da premiação, pra não alugar ainda mais o Paulo, que estava comigo desde cedo. E já eram quase 11h30 da manhã.

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Conversando com amigos depois da prova, pelo whatsapp, alguns foram a favor da organização, já que não tinha categoria, eu não tinha nada que querer correr. Outros foram a meu favor. Se eu tinha que ter corrido ou não, ou quem tem razão, ou se existe certo ou errado nesse caso, eu não sei.  Só sei que, entre mortos e feridos, eu adorei a prova. Como não amar, depois de toda a sensação boa que a corrida nos trás? Como não amar correr numa cidade tão linda, a minha preferida no Brasil? A organização foi impecável nos quesitos:  água gelada e  isotônico gelado durante o percurso e no pós-prova, nas 3 distâncias, mini barras de proteína e frutas no final de cada distância. Tudo à vontade. Um local com, não sei como descrever, uma garoinha fina, após retirarmos as medalhas, pra nos refrescar do calor – naquele sol, perguntei se eu poderia ficar ali pra sempre. Ofurô de gelo, massagem, tudo funcionando impecavelmente! Eu não ouvi nenhuma reclamação de nenhum corredor sobre isso. Pelo contrário! Depois do 1km, enquanto eu hidratava na sombra junto com mais 2 corredores (uma moça e um moço), estávamos justamente elogiando a Adidas e a Latin sobre isso!

Preciso agradecer o carinho com que fui tratada pelo staff, por todos que me ajudaram no “traz handbike, leva handbike, sobe na handbike, desce da handbike”, a todos que me aplaudiram, torceram, me cumprimentaram durante a prova ou no final dela. Ao Paulo, mil obrigadas por ficar comigo o domingo inteiro no sol!!

Essa prova tão diferente e tão legal, marcou minha volta às corridas no RJ. Tenho planos de voltar em breve, se o dinheiro der e os treinadores não me matarem, nem gritarem “para de fazer inscrição, Dani” hahahahahaha

Também foi minha primeira de shorts, não de calça! To tentando lidar com a temperatura comporal e uma prova nesse lugar lindo e num dia quente foi perfeito pra parar de usar legging e voltar aos shorts que eu tanto amo!

Aaaahh, querem saber meus tempos?? Ta aí :p

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15
out

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Exercício para membros superiores – parte 2 – facilitar as transferências

Oi geeeente!!! Promessa é dívida e eu vim postar um novo exercício.

Recebi muitas mensagens do pessoal cadeirudo que está começando a se exercitar, ou querendo sair do sedentarismo (eeeeeeeeeeee!!!!!!!!). Recebi mensagem até de alguns que se acidentaram há pouco tempo e não sabem por onde começar.

Já postei alguns exercícios aqui, mas esse é dos mais importantes! Transferir-se é ter mais independência! E se você não consegue fazer sozinho, precisa ajudar quem te ajuda!

Pra isso, precisamos fortalecer nossos tríceps! “ôôô tia Daneeeeeeeeeee, eu tenho lesão alta e meus tríceps não respondem.”    Então, se você não estimular, eles vão continuar a não responder! O estímulo é tudo!

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Se você ainda vai começar a estimular esse músculo, você pode começar a exercitá-lo na sua própria cadeira! Eu também usava uma poltrona com braços firmes (nada de sofá, porque é mole demais e você vai perder o equilíbrio).

 

 

 

Depois que você adquirir um pouco de equilíbrio e força, dá pra fazer como no vídeo. Meus pés estão num apoio um pouco instável e eu estou num banco baixo.

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Vaaaaaaii gente!! Bóra treinar esse bracinhos!!!rsrs  bjsss

14
out

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Por quê sumi

Geeente, sumi! Perdão!!  Não me odeiem!!!rs

Eu tive uns contratempos! Quem me acompanha viu que eu fiquei dodói (que palavra mais nhenhenhém) e isso me tirou do eixo porque fique sem comer uns 2 dias e fiquei fraca feito franga recém-nascida! O  tempo que eu tive depois, eu tentava treinar…Cheguei a ficar sem fazer uma prova que eu queria muito, por causa disso. Mas, a gente tem que aprender a respeitar o corpo!

Também aproveitei esse tempo pra refletir, organizar algumas coisas internamente (vocabulário chic pra falar que eu tava cheia de problema hahahaha  Sim! problema todo mundo tem) e pra dar atenção pra alguns amigos que estavam precisando de mim.

Estou tentando também, com a ajuda de uma amiga querida, escrever um projeto de patrocínio. E isso nos ocupou um pouco de tempo. (é…eu não to dando mais conta de bancar tanta viagem de prova…)

outra corrida

E tem mais!!! Pra quem não sabe: EU SOU A LOUCA DAS INSCRIÇÕES!!!kkkkkkk  Meus treinadores estão loucos comigo. Só recebo whatsapp deles assim: “chega de fazer inscrição, loka”. Pois é! E com isso, eu estou tendo que organizar as viagens pra correr. Porque é toda uma logística de onde ficar, taxi que caiba a handbike pra me buscar no aeroporto…e mais todas as demandas que a cadeira exige.

Gente, torçam por mim! Nesse final de semana eu farei minha primeira viagem sozinha, eu, Deus e a handbike, pra correr. Não conheço ninguém que vai fazer a prova, não tem ninguém indo comigo! Ansiedade ta a mil!

so mais essa

Mas não vou deixar vocês sem notícias!! E amanhã tem post no blog, com um exercício pra ajudar a treinar as transferências…que eu recebi umas 80 mensagens pedindo!

bjss e até amanhã

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Fibras alimentares – efeitos e benefícios

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As fibras são polissacarídeos não amiláceos que não são digeríveis pelo organismo humano. Elas compreendem uma ampla classe de polissacarídeos que fazem parte da parede celular de células vegetais. Elas são consideradas importantes para a manutenção do trato digestivo e no controle da velocidade de absorção dos nutrientes. A classificação das fibras é realizada de acordo com sua solubilidade em água, como solúveis e insolúveis. As fibras solúveis podem ser encontradas principalmente em frutas (mais precisamente nas polpas), na aveia e em leguminosas, enquanto que as fibras insolúveis são encontradas principalmente em legumes, vegetais folhosos, farelos e cereais integrais. Contudo, vale ressaltar que a maioria dos alimentos possuem tanto fibras solúveis como insolúveis, de tipos e em proporções variadas, sendo de modo geral presentes em proporções de um terço de fibras solúveis e dois terços de fibras insolúveis.As fibras solúveis são capazes de exercer diversos benefícios no organismo. No momento que entram em contato com moléculas de água no estômago, adquirem uma consistência viscosa, formando uma espécie de gel, que ajuda na promoção da saciedade e assim auxiliar no controle da ingestão alimentar.
Elas também são responsáveis por diminuir o índice glicêmico dos alimentos, o que torna os processos digestivos e absortivos mais lentos e evita picos glicêmicos após as refeições, fator este que está associado a compulsão alimentar, o que a torna uma aliada no controle da ingestão alimentar. Sendo assim, a sua ação no controle glicêmico é benéfica para todos, mas principalmente para indivíduos diabéticos ou que possuem propensão a desenvolver a doença.
Adicionalmente, elas também atuam na redução das concentrações plasmáticas de colesterol, já que aumentam a excreção nas fezes de sais biliares, que são produzidos a partir do colesterol, o que a torna uma importante aliada para indivíduos com dislipidemia.
Além disso, elas atuam também na produção dos ácidos graxos de cadeia curta(AGCC), produzidos a partir da fermentação das fibras no intestino grosso por certos grupos de bactérias colônicas. Os AGCC promovem efeitos bactericidas locais, atuam na manutenção da integridade das células intestinais, possuem efeito anti-inflamatório e atuam efetivamente na regularização intestinal. Portanto, estão associados com a diminuição no risco de desenvolver-se algumas doenças, como doenças inflamatórias intestinais, doenças cardiovasculares e câncer de cólon.

As fibras insolúveis contribuem principalmente para a formação e o volume do bolo fecal, que favorecem e aceleram o trânsito intestinal, elegendo-a uma importante aliada a indivíduos que sofrem de obstipação. Contudo, o seu efeito sobre o aumento do volume fecal é dependente da sua associação com um adequado consumo de água, mesmo que elas não sejam solúveis na mesma.

De acordo com as Dietary Reference Intakes (DRI’s), que é um arquivo de revisão dos valores de recomendação de diversos nutrientes, as recomendações para homens variam entre 30-38g/dia, para mulheres de 21-26g/dia e para crianças de 1 e 8 anos entre 19-25g dia. Também existem recomendações de ingestão que se baseiam na quantidade calórica ingerida, onde é recomendada a ingestão de 14g de fibras para cada 1000kcal ingeridas.

Sendo assim, a ingestão de fibras advindas da dieta parecem estar associadas reduções significativas dos níveis sanguíneos de glicose , da pressão arterial e de lipídeos séricos. Além disso, existem estudos que mostram que em indivíduos que possuem maior ingestão de fibras alimentares existem menores incidências de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, o diabetes mellitus e o câncer de cólon. Estudos também evidenciaram que a ingestão de fibras pode estar associada a menores valores de marcadores inflamatórios, sendo portanto uma importante ferramenta para auxiliar no tratamento de doenças inflamatórias.

Uma ingestão suficiente de fibras da dieta (em torno de 30g/dia), bem como a ingestão variada de alimentos fontes de fibras (frutas,verduras, grãos integrais e farelos), são fatores relevantes para que os benefícios mencionados sejam alcançados. A presença de vitaminas, minerais e fitoquímicos que estão naturalmente presentes nesses alimentos, são fatores que juntamente com as fibras, agem de modo complementar e sinérgico na atribuição do efeitos protetores apontados.

Referências:

Bernaud FSR, Rodrigues TC. Fibra alimentar – Ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia. 57(6): 397-405, 2013.

Araújo EM, Menezes HC. Estudo de fibras alimentares em frutas e hortaliças para uso em nutrição enteral ou oral. Ciência e tecnologia dos alimentos. 30(1): 42-47, 2010.

CARDOSO, M.A. Nutrição Humana. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. v.1. 374 p.

 IMG_9872Hugo Comparotto

Formado em Nutrição e Metabolismo pela FMRP – USP. Especialista em Obesidade e Emagrecimento e Capacitado em Nutrição e Suplementação esportiva, Nutrição Avançada pela IFBB. Consultor científico e desenvolvimento de novos produtos na ADS/Atlhetica Nutrition e Santa Helena.