15
set

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Week Run Brasil

Gente, to atrasada, mas to trazendo novidade! Sim, atrasada porque a coisa boa começou hoje de manhã. Mas eu só consegui reunir informações suficientes pra passar pra vocês agora!

Quando criei esse blog, meu objetivo primordial era difundir um estilo de vida saudável entre os deficientes, através do incentivo à prática da atividade física e alimentação saudável. Mas, o trem ficou bom (não, eu não sou mineira, mas eu falo “trem”) e eu consegui  incentivar mais pessoas, os “andantes”, a começar a mudar suas vidas. (Hoje eu to falando bonito!rsrs)

Ontem eu estava conversando com a Kauana, e falando justamente isso. Como eu fico feliz ao receber mensagens de pessoas do Brasil todo (e até de fora dele), dizendo que começaram  a praticar atividade física (principalmente a corrida, meu xodó eterno) depois que começaram a me ler ou me seguir. Ou mensagens pedindo dicas, por onde começar, o que fazer, o que falar quando chegar na academia, como pedir ajuda pro professor…É a mais pura e deliciosa sensação de dever cumprido, de saber que eu to fazendo algo certo e bom na minha vida. É a coisa “mais melhor do mundo inteiro” saber que to atingindo meu objetivo e ajudando mais e mais pessoas a sair do sofá e cuidar da saúde. Porque era exatamente isso que eu queria!

E justamente porque esse é o estilo de vida que eu vivo, incentivo, apoio, motivo e tudo mais e mais, que eu topei entrar pra essa turma e divulgar o Run Week Brasil.

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O que que é isso? rsrs  É uma ideia mirabolante que uma turma aqui de Ribeirão Preto (minha cidade do interiooooor de SP) teve, pra também motivar mais pessoas a ter uma vida mais saudável, emagrecer, diminuir o risco de doenças e ter maior qualidade de vida. E como fazer isso? Através do incentivo à corrida e caminhada, aliadas à uma alimentação saudável.

Na página do evento, no Facebook (você também pode receber tudo por email – mas se prepara! Pq o Leo entope a gente de email hahahahaha) você vai encontrar dicas de educadores físicos, de como iniciar a caminhada e depois partir pra corrida, até atingir os 5km (esse é o objetivo!). Também encontrará dicas de nutricionistas e histórias de sucesso pra te motivar. Pessoas que emagreceram 10, 20 ou mais kg, através da corrida de rua, vão contar como foi começar, como foi o processo do antes/durante/depois e quais foram os benefícios que isso trouxe pra suas vidas.

Mas porque fazer um evento desses  online? Pra que possamos atingir mais e mais pessoas. E sem que elas precisem pagar nada por isso! O evento acontecerá totalmente on-line, através de Vídeos e também Treinamento em áudio e vai acontecer dos dias 15  a 22 de setembro. Ou seja, o trem começou a ficar bom hoje!

E nós sabemos como é difícil começar! Sim, eu comecei e recomecei algumas vezes. E vários participantes também. E você, fazer uma mudança dessas na sua vida, sozinho, pode não ser nada fácil. Então, estamos aqui unidos pra te ajudar! Queremos te dar força, te motivar, mostrar que você não ta sozinho não e, se desanimar, tem um montão de gente pra te estender a mão.

O Leo, meu amigo e idealizador master do projeto, gravou um vídeo pra explicar como é que vai funcionar. Logo logo meu vídeo também irá ao ar. Pra quem ainda não ouviu minha voz, vai delirar no meu sotaque de caipira. E, se eu não melhorar da gripe, meu sotaque será acrescentado de uma sexy “boz ninda de dariz endubido”. Aguardem cenas dos próximos capítulos! hahahahahaha  o vídeo do Leo ta aí embaixo!

http://www.youtube.com/watch?v=cb9pESr8o58

Se você quer começar, mas ta sem coragem de ir sozinho, bóra com a gente! É só entrar na página do evento no Facebook e seguir os passos pro cadastro (https://www.facebook.com/events/147913675379154/ ). E se você já corre, caminha, pedala, nada, ou faz qualquer atividade física, podia incentivar algum amigo a começar também, né?! (ta..eu sempre falo isso…)

“Tia Daniii, eu sou cadeirante, como vou fazer?” Então, eu sou cadeirante e também faço!  “Mas Ô tia Daniii, eu não tenho handbike e você tem”.  Ta..mas eu também não tinha! Eu tocava a cadeira na rua (ainda toco) e na pracinha. É só uma questão de adaptação. E se precisar adaptar as informações, me chama! To aqui pra isso!

Bóra gente? Queremos transformar essa semana no maior sucesso do ano! Bóra sair todo mundo do sofá?

 

11
set

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Media Maraton de Buenos Aires

Acabou! Os 90 treinos chegaram ao fim. Há algum tempo fiz o post contando sobre isso. Fer e eu fizemos, cada uma pra si, um plano de 90 treinos. O meu passaria pelo dia 3 de agosto (dia da Golden Four) e terminaria dia 7 de setembro. E finalmente, esse dia chegou!

Chegamos a Buenos Aires, Fer, Pri, Nani e eu, na quinta-feira. Na sexta, tiramos o dia pra pegar o kit e passear pela feira da corrida. O que viesse depois seria lucro. Realmente, passamos quase 5 horas lá, curtindo, tirando mil fotos, personalizando as camisetas. E eu até encontrei uma amiga aqui de Ribeirão!

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Eu estava realmente preocupada com meu frio e minhas dores decorrentes dele. Choveu a noite inteira, chuviscou de manhã e estava frio na sexta-feira. Eu só pensava nesse frio todo no dia da corrida.

Sorte a nossa (mais ainda minha), sábado amanheceu um sol lindo, um dia azul. Ventava, mas tava uma delícia de dia e eu empolguei, já mais tranquila quanto ao clima do dia seguinte. Passeamos pra caramba o dia inteiro. E as meninas, pra minha sorte de ter amigas assim, não queriam me deixar tocar a cadeira de jeito nenhum, pra descansar os braços pro dia seguinte.

Eu não vou ficar contando os lugares pelos quais passamos, porque o objetivo aqui não é fazer um tour por Buenos Aires. A cidade merece um post só pra ela. Os chicos argentinos merecem 2 posts só pra eles. E o dulce de leche merece uns 5 posts ou mais! Eu enfiei  os 2 pés e as 4 rodas na jaca quando o assunto era dulce de leche. Eu simplesmente não me cansava de comer (coisa de gordinha).

Tínhamos decidido chegar ao hotel à 20h, pra descansar. Fato é que chegamos depois das 22h. Ainda tínhamos que tomar banho e eu tinha que terminar de separar as roupas pra corrida. Quem me lê ou me acompanha sabe que eu sofro de dor neuropática e frio. Eu não sabia se ia com uma calça, com duas calças, com meia-calça por baixo da calça, com blusa de frio, sem blusa de frio… Diferente de correr em SP, cujo clima eu já estou mais ou menos acostumada pra saber como me vestir pra prova (e sempre conto com ajuda das amigas que conhecem esse corpo louco das temperaturas), eu não conhecia o clima da cidade.

Pra ajudar, eu tive dor neuropática a noite inteira! 2 horas da manhã eu tava com uzói pregados no teto, fuçando no celular e tentando tomar o mínimo possível de remédios pra dor, pra não correr o risco de estar dopada no dia seguinte. Fechei os olhos e o despertador tocou. 5h! Hora de pular da cama pra correr. Decidi ir com uma calça, a camiseta de manga comprida da assessoria e um casaco fino por cima.

Eu levo minha própria hidratação por um motivo básico: não dá pra parar e pegar a água do percurso. Ou eu tenho que estacionar a hand (o que a experiência da corrida Eu Atleta mostrou que é uma péssima ideia), ou eu corro o risco de atropelar alguém que esteja servindo a água ou, pior, algum atleta. Também corro o risco de perder o controle da hand, por soltar uma das mãos quando o chão está repleto de copinhos. Então, camel back abastecido, gel, capacete, levei 2 pares de luvas (com dedos e sem dedos).

A moça que ia nos buscar, pra poder levar a hand, atrasou 15minutos que foram preciosos na hora da largada. Tivemos que fazer tudo correndo. E eu tive medo de atrasar as meninas. Elas posicionaram a hand no local indicado pelo staff (antes do tapete) e foram pra trás do tapete, pra largar. Diferente de SP, que eu tenho milhões de amigos que podem guardar a cadeira pra mim durante a corrida, tive que implorar pra organização fazê-lo. Eles não queriam, mas acabaram topando. Optei pela luva de dedos, por causa do frio. O tempo estava indecifrável pra minha inexperiência ali, mas ventava. Mesmo assim, uns 4 minutos antes da largada, eu resolvi tirar o casaco e pedi pra um moço guardar pra mim na mochilinha do camelback. O que também foi uma mão na roda (sem trocadilhos), pois isso ajudou a segurar a mangueirinha, que não me deu trabalho escapando e tentando fugir pra roda da hand, como acontecera na Golden Four.

Um atleta argentino de hand veio falar comigo antes da largada. Foi o único, apesar de estarmos em uns 10 ou mais, entre hands e cadeiras. E a hand dele dá ré! Que inveja hahahahaha

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E sem aviso prévio, 3,2,1…a busina tocou. E eu não tinha visto, devido à correria, que o fio das marchas estava enrolado. Perdi uns 2 minutos tentando desenrolar isso, enquanto a multidão passava por mim. Pois, diferente do Brasil, não largamos antes, junto com a elite. Tudo bem, tentei manter a calma, apesar de ver a galera de cadeira indo e eu ficando. Arrumei e fui.

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Que frio! Eu não dormi a noite inteira e estava inchada e no ápice da TPM. Meus braços doíam muito. Eu estava fazendo tanto esforço que não conseguia ter força nos dedos pra trocar as marchas. Isso foi um grande motivo de preocupação porque eu sabia que teria que fazer trocas rápidas nas subidas. E eu estava com muita dor nos braços. Então, os dedos não respondiam. Resolvi tirar a luva da mão direita, pra ver se ajudava. Ajudou, mas não resolveu.

Decidi fazer o que a Fer me falou: curtir a prova. Era minha primeira viagem pra fora do país, minha primeira prova internacional. Apesar de na véspera termos conhecido muitos pontos turísticos, o percurso é lindo e eu resolvi que iria curtir a paisagem e fazer o que dava. Regulei a marcha pra uma mais leve e comecei a olhar em volta.

Os corredores passavam por mim aplaudindo e me incentivando muito,  o tempo todo. Logo chegou a primeira subida. Posso falar um palavrão?? Pq PQ##.. Que subida era aquela?? E eu ainda não tinha aquecido, estava morrendo de dor nos braços e sono. Mas, tinha que fazer. E dessa vez eu não ia deixar a hand dar ré, como na G4. E fui. Sofrendo. Devagar. As pessoas incentivavam. Cheguei na metade e, pra ajudar, a subida fazia uma curva! Eu ri! Acho que de nervoso. Aí senti um tranco. Um corredor me deu impulso pra sair daquela curva mais rápido. Foi o que me salvou. E fui subindo o resto, devagar, até o topo. Nem acreditei quando cheguei no topo. Só pensei que pior que aquela subida, não poderia existir outra. E eu estava certa! Tinha mais umas 4 subidas, mas que eu fiz com muita facilidade. Até a subida do viaduto (não me perguntem o nome hahahahha) eu fiz tranquilamente.

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O percurso tem muitas retas, mas tem muita subida disfarçada de reta. Você acha que é plano, mas encontra certa dificuldade pra fazer. Eu comecei a me sentir melhor,com menos dor nos braços, mas ainda cansada. E não encontrava as plaquinhas de sinalização pra saber onde eu estava. Elas são pequenas e ficam no alto. Descobri que já tinha passado do km 11. Comecei a tentar tirar o gel de dentro da calça. Consegui tomá-lo quase 1 km depois.

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E depois do 13, veio a constatação: meu negócio é prova longa! Eu já desconfiava, Já sabia disso dentro de mim, porque meu prazer numa meia maratona é muito maior do que numa prova de 10. E minha sensação depois de um treino longo de natação nem se compara a um treino curto. Meu negócio é distância, não velocidade. Depois do 13 veio o prazer absoluto. Comecei a curtir a prova 100 vezes mais. O sol já estava mais forte e a dor nos braços diminuiu consideravelmente, pra quase zero.

E eu fui que fui, fazendo força nas subidas, procurando o espaço com menor quantidade de corredores pra descer, e gritando por passagem porque a galera lá corre meio que em zig-zag. De repente não tem ninguém na sua frente. Aí aparecem uns 2 atletas, do nada, e pulam na frente da bike. No km 17 tomei outro gel. Eu sabia que estava ingerindo bem mais líquido que na G4 e ainda não estava com vontade de ir ao banheiro. O que era um milagre. Toquei o pau, literalmente, depois do 18. Sei lá de onde saiu força. E quando eu vi a plaquinha do 19, eu realmente comecei a pedalar forte. Pau no gato, como diz minha amiga Paula.

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Aí, felicidade de pobre dura pouco. Imagina de pobre aleijado. Deu vontade de ir ao banheiro. Meus dedos, que já estavam cansados, começaram a pular de espasmos, por causa da bexiga cheia. Por sorte começou a tocar uma música do ACDC que eu adoro, e eu resolvi cantar.

Durante o percurso todo fui muito aplaudida por argentinos. Mas, faltando 1,5 km pra prova terminar, formou-se um corredor de espectadores, com muita gente dos dois lados da avenida larga. E as pessoas me viam e começavam a gritar “Fuerza chica”, “va silla de ruedas”. E aplaudiam muito. Eu ria e chorava, com aquela multidão gritando  e aplaudindo e comecei a descabelar na hand, pedalando como eu nunca tinha feito. E cheia de emoção, eu vi o relógio. E passei por baixo dele com 1h34 alto. Eu nem acreditava que eu tinha feito aquele tempo.

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A moça da prancheta veio anotar meu tempo (porque nosso chip é só de enfeite), e outra moça olhou pra mim e disse “Você foi a primeira”. Aí eu comecei a chorar. Queria muito algum amigo ou amiga ali pra abraçar. Mas as únicas 3 que eu tinha naquele dia, ainda estavam correndo.

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Terminei a prova e o relógio marcava 18 graus. Fui cumprimentada por muitas pessoas. A organização trouxe minha cadeira, depois de um tempo. Pediram pra eu não ir embora pois teria premiação e troféu. 3 argentinos ficaram comigo por mais de 1hora, enquanto eu não via as meninas. Mexi com alguns brasileiros que passavam. Vários corredores argentinos pediram pra tirar foto comigo. Foi ótimo ficar ali, no sol, vendo a emoção das pessoas, ao concluir a prova.

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Nesse meio tempo, apareceu uma atleta cadeirante. Acenei e ela veio. Achei que fosse querer conversar. Mas o “oi” deu lugar a “Você é a brasileira?”. Eu disse que sim. Ela disse “Disseram que a brasileira chegou primeiro.” Fui responder e recebi uma cortada “Só vim aqui pra olhar a sua cara”. Eu fiquei sem reação.

Logo, a Pri apareceu. Fui ao banheiro e a Nani também apareceu. Estava nos procurando há mais de meia hora. Decidimos perguntar onde seria a premiação. Seria do outro lado. E nós ainda não tínhamos encontrado a Fer. Resolvemos ir pra perto do pódio. Foi a nossa sorte, porque ela também foi pra lá.

Logo começou a premiação, mas na categoria de cadeirantes, não fui chamada. Fiquei sem entender. Um atleta amputado e o campeão dos cadeirantes (que também correu de handbike e fez a prova em incríveis 40 minutos) disseram que não seríamos premiados, porque usamos hand. Porém, o regulamento não previa a diferença no uso de equipamentos. Estava “categoria cadeirante”. Ou eles nos premiavam como primeiros, ou premiavam a diferenciação de categorias. Mas eles estavam encerrando a premiação. Fomos todos questionar, pois não havia diferenciação, proibição, nada nada no regulamento que explicasse aquilo. A organização resolveu dar, a mim e aos demais atletas que obtiveram resultado correndo de hand, um troféu. Mas não era o troféu oficial da prova. Nem ganhamos os brindes (apesar de termos visto que sobraram) dados aos demais finalistas.

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Os atletas de hand disseram que não é a primeira vez que acontece isso. Na minha opinião, eles poderiam ter especificado alguma coisa no regulamento, ou mudado a premiação. Apesar da alegria de ter terminado bem, ter baixado meu tempo, e ter sido a primeira a chegar, esse rolo todo me deixou triste. Como dizemos na gíria, eu dei uma broxada. Vários atletas me enviaram mensagens, dizendo pra eu entrar em contato com a organização, e que eles me apoiarão. Quanto a isso, ainda não decidi o que fazer.

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Dessa vez senti bem menos dor muscular e bem menos cansaço no pós-prova. Fui muito bem preparada pelos meus técnicos (Rodrigo e Eduardo da Fun Sports, meu personal Dola, minha coach de natação Ju Bezzon, meu nutri Hugo Comparotto).

Às meninas, eu nem tenho e nunca terei como agradecer! Pri, Nani e Fer, se não fosse por vocês, por terem me convidado pra viajar, por terem me ajudado, carregado a hand pra todo lado, por terem poupado meus braços na véspera, nada disso teria sido possível!

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Exceto pelo fato da premiação, eu adorei a prova! Tudo lindo, percurso maravilhoso, muitos pontos de hidratação. Aos hermanos argentinos, só tenho a agradecer, pelo carinho, por fazer dessa a chegada mais emocionante da minha vida corrida, pelo cuidado, pelo dulce de leche e por tornar essa viagem a mais especial e inesquecível de todas!

Mi español no es muy bueno. Pero necesito hablar con los hermanos argentinos. Sólo tengo que agradecer, por el cuidado, por haceren de este el más emocionante final de la carrera en mi vida, por el afecto, por el dulce de leche y por hacer de este el viaje más especial y memorable de todos! Gracias por todo!

*Todas as fotos estarão amanhã no face e na fan page!!! E espero que os argentinos disponibilizem logo a opção de compra de fotos, não apenas visualização hahahahaha   😉

 

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05
set

1

Dia do LIXO, fazer ou não fazer?

Como é que é aquela música? “Alô, o final de semana chegou! Em casa é que eu não vou ficar. É sexta-feira, eu vou sair, vou farrear!” Isso, vai sair, comer, beber, enfiar o pé na jaca! “Aaaahhh, tia Dani, eu posso! É dia do lixo!” E aí? Será que vale a pena? Com a palavra, nutricionista Hugo Comparoto.

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Muitas vezes fui questionado sobre esse tema, e a resposta quase sempre foi DEPENDE da sua rotina e dos seus objetivos.

Como hoje me aconteceu um fato inusitado, vamos explicar melhor.

Na minha opinião na grande maioria das vezes NÃO existe dia do lixo, vamos fazer uma comparação, você trabalha a semana toda para gastar todo o dinheiro que ganhou no final de semana? Acho que nao né? Então porque comer e treinar corretamente durante a semana e no final de semana “gastar” todo o esforço da semana?

Hoje fui treinar com o @atletavaldiramaral, treinamos intenso por 1 hora, costas, posterior de ombro e bíceps, durante o treino o Valdir me relatou que estava com muita dificuldade de consumir os alimentos prescritos na dieta, quem não sabe a dieta de um fisiculturista muitas vezes é monótona e maçante, não só a dieta mas toda a rotina de treino, descanso e pressão psicológica. O Valdir vem fazendo preparações para campeonatos desde Janeiro, isso significa que os únicos dias que ele comeu alimentos fora da sua dieta ocorreu umas 3 a 4 vezes, que foi lasanha no dia seguinte aos campeonatos, ou seja, ele esta mantendo a mesma rotina há 8 meses. Bem sacrificante, mas necessário para os resultados excelentes que vem obtendo, tanto que este ano foi o campeão Paulista overall.

Vendo que o atleta precisava de um estímulo diferente para a preparação do próximo campeonato, convidei ele para fazermos um pós treino diferente, fomos ao açaizeiro, onde pedi para misturar 1 açaí sem açúcar e 1 com açúcar e com coco ralado. Qual foi o raciocínio:

– Sair totalmente fora da rotina da dieta, com um alimento saborosíssimo e rico em antioxidantes.

– Lentificar a absorção do açúcar do açaí pela maior quantidade de gordura do coco

– A Mistura do açaís (sem açúcar e com açúcar) deixou-os mais saborosos e aproveitamos o momento pós treino, onde o organismo esta ávido por carboidratos, assim a maior quantidade de açúcar não se transforma em gordura e sim em reserva energética(glicogênio), que foi perdido no treino.

– Nas próximas 4 semanas o Valdir estará mais motivado a consumir os alimentos da dieta, já que teve um estímulo diferente, tanto metabolicamente, como psicologicamente.

Conclusão do DIA DO LIXO, para quem não é atleta mais busca uma qualidade de vida melhor, NÃO acho que um dia ou dois só comendo alimentos extremamente gordurosos e açucarados irá auxiliar, mas sim só atrapalhar. Por isso que não gosto do dia de lixo, entendido por muitas pessoas como um dia de grandes exageros em sorvetes, tortas, doces, massa, pizza, fast food, refrigerante, o verdadeiro CHUTE NO BALDE ou PÉ NA JACA. Depois dessa extravagância como nos sentimos? Inchados, sonolentos, gordinhos, desanimados e desmotivados a voltar a rotina alimentar e a prática de atividade física. Vale a pena?

Mas fazer uma a duas refeições diferentes e com quantidades controladas, podem ser bem vindas, para promover um conforto psicológico como no caso do Valdir. A dieta de quem não é atleta não precisa de monotonia e pode ser muito prazerosa, utilizando vários truques culinários para isso, porém chega um dia que a gente quer comer alimentos diferentes e precisamos encontrar estratégias para isso não comprometer nosso equilíbrio metabólico, como essa do consumo do açúcar junto a um alimento fonte de gordura e/ou logo após o treino.

Lembre-se a dieta significa estilo/modo de vida, seguimos e melhoramos nossa rotina alimentar visando uma melhor qualidade de vida e muitas vezes melhora em nossa performance esportiva, portanto, não há privações mas a sim busca por qualidade de vida e resultados no treino e/ou estéticos.

Mas falamos sério, após um final de semana ingerindo alimentos de ótima qualidade e em uma a duas refeições comermos por exemplo um filé a parmegiana, uma pizza de massa integral, um sanduiche(sem ser fast food), o próprio açaí, em quantidades controladas, isso fará tanta diferença? Creio que para quem busca a mudança para o resto da vida, NÃO! Aliás auxiliará a pessoa manter a rotina alimentar, sem as privações que somente levam muitas vezes a grandes compulsões e desânimo.

TUDO em nossa vida é questão de escolha, equilíbrio e o velho BOM SENSO.

Ótimo final de semana a todos!

 

Hugo ComparottoHugo Comparotto

Formado em Nutrição e Metabolismo pela FMRP – USP. Especialista em Obesidade e Emagrecimento e Capacitado em Nutrição e Suplementação esportiva, Nutrição Avançada pela IFBB. Consultor científico e desenvolvimento de novos produtos na ADS/Atlhetica Nutrition e Santa Helena.

02
set

5

Dicas infalíveis para a arte de sorrir

Sorrir, segundo o dicionário Aurélio, quer dizer Rir sem ruído, apenas com um ligeiro movimento dos lábios e da face

Rir, por sua vez, tem a seguinte definição: Contrair os músculos faciais em conseqüência de uma impressão de alegria

Gargalhar significa Rir ruidosamente (com ruído)

Tem dias que a gente acorda e, numa escala de 0 a 10, sorrir ta no nível 11 de dificuldade. Rir, tá no nível impossível e gargalhar no nível master blaster ultra hard e “esquece que não vai rolar de jeito nenhum”.

É, tem dia que é osso! É filho, é marido, é chefe, é o colega de trabalho que não fez a parte dele, é o cliente que não fechou. É a conta pra pagar, o aluguel, o e-mail de cobrança, a fatura do cartão de crédito. É o telefone tocando sem parar. A TPM explodindo. A dieta. A calça que não quer fechar. O sapato fez bolha no pé. Você já quebrou um salto? Eu já! É o bebê do vizinho chorando quando você precisa dormir. É o voo atrasado, o arroz queimado, o pneu do carro furado. A empregada faltou e a sogra vem jantar hoje à noite. É uma lista que não acaba mais. E quando tem doença na família, piorou!

São muitas coisas que tiram nosso sono, nosso sossego e nossa alegria. E sem alegria, sorrir fica complicado. Juro que sei como é! Agora mesmo, enquanto eu estou escrevendo, parei por 1 hora pra respirar. Estava toda inspirada, aí meu e-mail pipocou, já deu aquela queimação no estômago! Fiz a ligação que precisava fazer, o trem já ardeu, já perdi o ar, já fiquei irritada, já dei aquela choradinha, porque sou mulherzinha e estou de TPM! Ai meu Deus!

Nessas horas, o que fazer? Não sou a pessoa mais perfeita pra dar conselho nesse sentido. Mas o que eu aprendi depois do acidente é que não podemos deixar essas coisas tomarem conta da nossa vida. Ficar nervoso, ok. Chorar, ok. Gritar, ok. Perder uns dias de sono ou ficar uns dias chateado é super normal. Estranho seria se fossemos impassíveis a tudo e qualquer coisa. Só que tudo tem um limite! Se você deixar, essas coisas irão te levar pro fundo do poço (que pode não ter fundo). Tristeza e (pior) depressão não vão te levar a lugar nenhum! Pelo contrário! Você ficará na cama vendo a vida passar, perdendo ótimas oportunidades de VIVER!!!

Chega de falar! Bóra pras dicas:

1 – Coloque uma música bem animada e bem alta!

Nada de música melancólica. Escolha algo bem animado. Pode ser a Beyonce, pode ser ACDC, pode ser até Vivaldi, contanto que seja animado!

música alta

 

2. Já que colocou a música, DANCE! Dance loucamente, como se ninguém estivesse olhando!

No começo pode ser difícil, você vai se sentir ridículo. Mas e daí? O importante é a sensação de liberdade! Vale até fazer a guitarra imaginária (quem nunca?)

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3. Veja um vídeo de stand up comedy

Eu não sei vocês, mas eu não consigo parar de rir quando assisto algum. Já deixo alguns separados, pros momentos de “socorro, meu deus”.

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4. (dica preferida) VÁ FAZER UMA ATIVIDADE FÍSICA!!!!!!!!

Simplesmente infalível!! Eu sei que tem dias que é difícil sair de casa, da cama, do sofá, de dentro do seu problema. Quinta-feira eu estava assim! Juro pra vocês. Aí fui arrastada pra academia. Não há problema no mundo que não seja melhorado, minimizado, ou até esquecido, pela endorfina!! Não tem pra ninguém! Prefira atividades ao ar livre, num parque bem bonito. Mas se for perigoso onde você mora, vá pra academia. Lá tem gente pra conversar. Já fui chorando e voltei outra pessoa. Saia para caminhar, andar de bike, passear com o cachorro…e se tiver pernas que funcionem: Vá Correr!!

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5. Vá olhar uma criança brincar

Eles fazem coisas muito engraças. Não dá pra não rir. E se não der pra ir ver, entra no Facebook dos seus amigos que tem criança em casa. Com certeza vai ter um vídeo ou foto engraçados, alguém que rabiscou a parede… Já viu aquele vídeo dos meninos que espalharam farinha pela casa toda? E o do pai e filha cantando música de desenho? Fuça aí! É tiro e queda!!

criança brincando

6. Vá ver um filme de Comédia

Eu morro de rir com As Branquelas. E você?

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7. Ligue ou chame um (a) amigo (a) no whatsapp

Um beijo pra quem inventou o whatsapp! Ontem eu ria tanto que fiquei preocupada em acordar o prédio! Mas nada de “ai amiga, to tão mal”. Essa conversa pode te ajudar a descobrir quem realmente se importa com você, mas não vai te fazer rir. Faça outra abordagem. Pergunte como foi o dia. Conte alguma coisa. Vale até pedir receita. Jajá você pode estar dando altas risadas. Ou pelo menos se distrai. Ou pelo menos seu amigo vai compartilhar um problema, você vai ver que não é só você que tem, ou que o seu é menor do que você imaginava.

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8. Foque em coisas boas

Nosso dia não é 100% ruim. Hoje eu tive duas notícias que me embrulharam o estômago (já falei isso?), mas no meio do tornado, recebi uma ligação de 2 minutos. Uma pessoa que fez uma coisa boa pra mim sem me conhecer pessoalmente. A hora que a meleca do tornado tava ganhando velocidade, lembrei da ligação e de como aquele senhor me fez sentir com seu ato. A força do vento do tornado diminuiu.

9. Por mais idiota que a coisa pareça, ria pra ela. E da sua idiotice!!

O simples fato de o computador apitar “bateria fraca”, eu olhar pro lado e ver que o carregador estava ao alcance das mãos, já me fez pensar “oba, oba, oba, oi carregador, que bom te ver aqui”. E eu ri da minha idiotice. Se vocês soubessem cada piada idiota que eu solto sem pensar! O pior são aquelas que eu penso e tenho até vergonha de soltar! Mas essas me fazem rir muito, tipo “de onde eu tirei isso?”. Caiu da cadeira de rodas? Ria! Tropeçou? Ria! Deixou tudo cair no chão? Ria! Deixou as tarefas dos seus alunos se espalharem pelo chão da sala de aula (eu era mestre em fazer isso)? Ria! Seu filho derrubou o pote de cereal na mesa? Ria primeiro e limpe depois! Bateu a cabeça pra sair do carro? Ria primeiro e coloque gelo no galo depois!

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10. Pense em algo que você goste de fazer e faça!

Eu virei adepta do “faça hoje, você não sabe o que vai acontecer amanhã” . Só não vale estourar o limite do cartão de créditos comprando sapatos! Faça uma massagem, vá fazer as unhas, leve sua mulher pra jantar, mude o cabelo, compre um quadro novo pra sua casa, tente falar um novo idioma, programe uma viagem pro final de semana, visite seus avós…sei lá, pense em algo que te dê prazer e faça! Por menor que pareça ser, coisas simples  nos fazem sorrir muito.

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11. Relembre bons momentos

Eu sou a rainha de ver foto antiga, de ler posts no face da época do meu acidente, de lembrar das visitas dos amigos, das mensagens, das visitas da família, de ver as coisas que eu estava conseguindo fazer nesse ou naquele dia. Por mais que me dê aqueeela saudade sem fim, eu vejo fotos das corridas, das bagunças com a turma, lembro que naquele dia eu suei, cansei, ri, sofri com o sol, ou sei la…Procure fotos dos seus filhos pequenos, fotos de 10 anos atrás. Esse tipo de memória boa faz um bem danado pra gente!

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12. Coloque um sorriso no rosto de outra pessoa

Pode ser até alguém desconhecido. Uma velhinha na rua, uma criança, o segurança do shopping, qualquer pessoa. Um sorriso e um bom dia geralmente vem com um sorriso em retorno. E se você quer colocar o sorriso no rosto de alguém que você goste, ligue pra um amigo de surpresa, leve chocolates pra sua avó, compre flores pra sua mulher, escreva um cartão pro seu filho elogiando-o por alguma coisa legal, faça a lição de casa com sua filha, desenhe com ela no chão da sala…Faça algo de coração, que o sorriso surgirá nos lábios de alguém e nos seus.

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Gente, tem dias que é difícil, mas faça um esforço!! Sorrir ajuda a melhorar qualquer situação! Não sei se ajudei muito, mas espero pelo menos ter colocado um sorriso no rosto de quem me leu hoje! Um beijo!

“O sorriso é a manifestação dos lábios quando os olhos encontram o que o coração procura… E os olhos dizem o que a boca não consegue exprimir… “

28
ago

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Whey Protein – vilão ou não?

Pois é, essa semana ele é o assunto da vez. Só perde pro desafio do balde de gelo e a ELA (que tem mesmo um caráter muito mais importante. Se você não sabe o que é ELA, clique aqui http://www.socialfly.com.br/videos/283-o-ultimo-video-do-desafio-do-gelo-que-voce-deve-e-precisa-ver ).

Primeiro um programa de TV se propôs a mostrar a vida dos Bodybuilders, mas botou lá um cara que se automedica, sem orientação nenhuma. E queimou o filme da turma saudável (aqueles que levam o esporte e alimentação a sério!). Depois, veio outro programa de TV falando do Whey Protein e de seus supostos prejuízos ao organismo.

Apenas pra adicionar, eu tomo Whey sim, comecei há uns 4 ou 5 meses. Ele não é shake que promete milagres, muito menos substitui refeições. Quem é acompanhado por um nutricionista sério e competente (graças a Deus eu sou) e lê e pesquisa, sabe que a alimentação, com comida de verdade, nas quantidades certas e nas horas certas para a sua rotina, é a chave do sucesso para a saúde! O Whey Protein, como sabemos e como ele é classificado, é um suplemento, um complemento à dieta.

Eu não sou nutricionista (como eu sempre ressalto) e muito menos médica! Então eu fui ler muito e pesquisar muito! E abaixo, trago dois artigos que julguei os mais bem escritos e informativos.

O primeiro foi escrito pela Dra Paula Leal, médica competente que treina comigo lá na academia. O segundo, eu li hoje, com muitas referências bibliográficas, foi compartilhado por um amigo. Eu cacei a fonte, li e reli e decidi que ambos são esclarecedores nesse assunto. Vamos lá!

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Texto da Dra Paula Leal

(o original está aqui: https://www.facebook.com/drapaulaleal)

whey protein

Mais uma vez a mídia perdeu uma ótima oportunidade de trazer informação de boa qualidade para a população!Achei lamentável um programa tão renomado como o Fantástico ,visto por milhões de pessoas,mostrar uma reportagem tão superficial como aquela que foi ao ar no ultimo domingo sobre a análise das marcas de whey protein…Não vou nem citar os comentários ridículos daquela Maria para dar mais graça ao assunto(que ao meu ver e muito sério)mas de algumas coisas que achei bem estranhas!Em primeiro lugar NÃO foram analisadas várias marcas ,das quais não citarei nomes,sabe-se lá o porque!Contei pelo menos 5 ,que,pelo alto consumo ,deveriam estar lá no meio da análise.Sim,havia erros grosseiros ali,como diferenças de 300% a mais da quantidade anunciada no rótulo de carboidratos ou adição de proteínas de outras origens,que não a do leite porém sabemos que nem todas as marcas analisadas apresentaram esta diferença escabrosa de rotulagem,não e? Tive inclusive informações de que algumas marcas foram reprovadas no mesmo nível por conter 0,3%a mais de carbo do que o que preconizava o rótulo .,,e aí?acho que deveriam quantificar isso para nossa melhor informação,não e?ficou generalizado…E por fim,para fechar com chave de ouro,a nutricionista(a qual não conheço e nada tenho contra sua pessoa) declarar em rede nacional que Whey e produto”para quem prática atividade física de pelo menos intensidade Muito grande”  WHAT??? Gente,e os trabalhos de uso de whey na reconstrução de massa magra de idosos,acamados,no diabetes,de suas propriedades sacietogenicas (pelo estímulo de colecistoquinina) em obesos …E tudo em vão? Problemas de fígado e renal graves com whey?eu nunca presenciei! Só tenho a lamentar por isso,suspirar fundo e seguir em frente com a esperança de que um dia isso tudo mude!

 

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Texto publicado pelo Five Diamonds

(o original está aqui  https://www.facebook.com/fivediamondsoficial )

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Não existem dados consistentes que afirmem uma relação entre o consumo de proteínas e prejuízo da saúde renal ou hepática em indivíduos saudáveis.

Há preocupação de que a ingestão elevada de proteína pode promover dano renal, aumentando cronicamente a pressão glomerular e hiperfiltração. Sabe-se, atualmente, que essas alterações são adaptações fisiológicas normais do organismo humano, dentro de um limite da capacidade renal.

Uma pesquisa realizada no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism demonstrou que não existe correlação entre uma ingestão protéica elevada e dano renal. Eles investigaram bodybuilders e outros atletas ingerindo até 2,8 gramas de proteína por quilo de peso.

Um estudo prospectivo de coorte publicado nos Annals of Internal Medicine avaliou 1624 mulheres ingerindo uma dieta hiper-protéica e não foi constatada nenhuma associação entre a ingestão hiper-protéica e decréscimo na função renal. Por outro lado, mulheres que iniciaram o estudo com insuficiência renal, apresentaram piora com o aumento na ingestão protéica, o que demonstra não ser indicado para pessoas com problemas renais existentes.

E por último, um extenso trabalho de revisão bibliográfica, publicado no Nutrition & Metabolism em 2005, documentou que apesar de dietas com restrição protéica serem indicadas para pacientes com doenças renais, não existem evidências significativas para afirmar que uma ingestão elevada de proteínas está relacionada a complicações renais em indivíduos saudáveis.

A maioria dos estudos consideram uma ingestão protéica até cerca de três gramas/kg. Não foram encontrados estudos avaliando ingestões protéicas mais elevadas.

Uma alimentação com altos índices de carboidratos + alimentos processados carregados de venenos associada à inatividade física, pode ser muito mais maléfica à saúde renal do que uma ingestão protéica um pouco acima do recomendado. Inúmeros trabalhos publicados demonstram o processo inflamatório crônico ligado à esses alimentos causando obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças auto-imunes e conhecidos fatores de risco para doença renal.

Consulte sempre um nutricionista ou um médico nutrólogo ATUALIZADO para adequar a quantidade proteíca ideal de acordo com a sua necessidade individual, ingestão alimentar e atividade física.

Fontes:

1. Dietary protein intake and renal function. Nutrition & Metabolism 2005, 2:25 – http://www.nutritionandmetabolism.com/content/2/1/25

2. The impact of protein intake on renal function decline in women with normal renal function or mild renal insufficiency. Ann Intern Med. 2003 Mar 18;138(6):460-
3.Do regular high protein diets have potential health risks on kidney function in athletes? Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2000 Mar;10(1):28-38.

4. Changes in renal function during weight loss induced by high vs low-protein low-fat diets in overweight subjects. Int J Obes Relat Metab Disord. 1999 Nov;23(11):1170-7.

 

26
ago

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Filtro Solar – use e abuse

Gente, vou chover no molhado, mas vou falar sobre a importância do filtro solar.

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Sempre ouvi minha avó falando sobre isso. Ela cresceu na fazenda, trabalhando na colheita de algodão e outros produtos. Na época não existia filtro solar e os braços da minha vózinha ficaram pintadinhos. Desde que eu me lembro, minha avó usa protetor solar pra não piorar as manchas. E ela nos ensinou  a fazer o mesmo.

Infelizmente, tem gente que não dá a devida importância ao seu uso. Incluo aí muitos atletas que treinam na rua, no sol escaldante e deixam seu corpo tostar ao sol sem proteção nenhuma. A cor da pele fica linda, mas com o passar dos anos, o arrependimento vai bater, com certeza!

Pedro Bial já fala da importância do filtro solar em um dos textos mais famosos da internet. E essa semana li uma tal de “lista de coisas que você vai se arrepender quando ficar velho”. E a primeira coisa da lista de arrependimentos é “Não ter usado filtro solar”.

Mas o mais legal de tudo, e que pode chocar você, amigo ou amiga que não usa, foi o vídeo que assisti, cujo link está abaixo!

Utilizando uma câmera com luz ultravioleta, Thomas Leveritt escolheu aleatoriamente pessoas na rua, para mostrar como a pele contém imperfeições que nem sempre são vistas a olho nu. Essas são quase sempre causadas pela exposição sem proteção ao sol. Para provar isso, ele mostra como os óculos e o próprio protetor solar tornam o rosto preto quando captado pela câmera especial. Eu não vou ficar resenhando infinitamente sobre o vídeo. O massa mesmo é vocês assistirem. Eu falando, não tem o mesmo impacto!

Sobre marcas de filtros, eu não sou especialista pra indicar. O ideal é procurar um dermatologista que indique o melhor pra sua pele. Vou falar das marcas que eu conheço, mas não to ganhando nada pra isso.

Desde que comecei a usbloqueador_fps40_tonalizantear filtro solar, gostei mais do da Adcos. Ele tem um tom de base que fica muito bom na pele e não me ensebou a cara, nem me encheu de cravos. Você vai falar “tia Dani, custa caro esse trem”. Mas o meu dura muuuitos meses. Mesmo eu passando várias vezes ao dia. Agora eu comprei o da PinkCheeks, marca queridinha das corredoras defluid_tonalizante_fps40_b rua. To esperando chegar pra testar. E custa mais barato que o da Adcos. E o massa do da Pink Cheeks é que cada “tom” do protetor é uma distância em km, das provas que corremos! As duas marcas também tem a versão sem tonalizante.

 

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Sei que há outras marcas boas, mas eu não posso dar opinião sobre algo que nunca usei. E quem tem que indicar o melhor pra vocês não sou eu. Vai que eu indico uma cor do protetor com tonalizante e você fica toda colorida…Vai me odiar depois, mesmo estando protegida!rsrs  😉

20
ago

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Querido diário de alguém com um parafuso a menos

Querido diário,

Hoje to escrevendo pra mim. Uma coisa “Querido diário” mesmo, pra eu guardar aqui e ler na posteridade. Pra não se perder no meio de tantos pensamentos que eu já tive e nunca escrevi, por vergonha de dividir o que eu pensava, o que eu estava passando naquele momento.

Isso já aconteceu pelo menos umas 50 vezes desde que eu sofri o acidente. Vezes que eu queria escrever pra dividir um pouco a carga, mas tinha medo de ser julgada por isso ou aquilo.

Sim, porque é muito fácil julgar! Você lê o que a pessoa escreve no facebook, vê as fotos que ela posta e tira suas próprias conclusões sobre a personalidade dela, as vontades, o caráter, o sonho. Você não pergunta nada disso pra ela. Apenas tira suas conclusões pelo que ela decidiu compartilhar. E nem tudo a gente compartilha, querido diário.

E aí, um dia, por cargas d`água, você conhece a pessoa “tão lida e curtida” pessoalmente. Mas você também não dá a ela tempo pra se mostrar. Em 2 minutos, já a julga. Nem sabe se ela acabou de se emocionar, de se decepcionar, de ter uma notícia triste, de ter uma notícia alegre, se ela viu alguém que a magoou e ficou perdida, se ela viu alguém que ela admira e não teve tempo de dizê-lo. Você simplesmente a olha de cima em baixo e pensa “ela é diferente no facebook”. Mas você esquece que não dá pra ser perfeitinho o tempo todo. A gente tem TPM, a gente chora, a gente fica alegre, fica triste, fica nervoso, se sente gordinha, se sente contente, fica emocionado, perde a razão ou fica sem reação.

Pois é, querido diário. E nessas horas e por esses medos, eu deixei de escrever tantas vezes. Guardei muita coisa pra mim. Sofri calada muitas vezes. Pensei mil caraminholas do meu corpo, da minha lesão, da minha cabeça, dos meus defeitos, de mim mesma…Mas hoje, a vida me deu uma chapuletada. Outra, né?! Mas dessa vez, veio com um taco de beisebol bem no meio da minha cara. E quebrou meu nariz e uns 2 dentes. E eu fico pensando: Por que eu não mereço? E nessas horas afloram todos os meus defeitos na minha cabeça. E eu odeio cada um deles com a mesma intensidade que eu odeio engordar só de pensar em chocolate. Aliás, hoje é um daqueles dias que eu quero muito um chocolate. Um brigadeiro de panela pra comer enrolada no edredom enquanto eu leio, deitada na cama (a cena da perfeição, na minha opinião).

E depois eu parei e pensei: O que eu quero da minha vida? Bom, tem só duas coisas que eu quero. Andar. Ser atleta. Só essas que eu quero e quero muito e quero de verdade. Mas ta foda! Ta difícil. Aí eu penso: vai ver eu não consigo porque Deus ta falando “minha filha, que folgada! Ta querendo ter tudo? Vai ter que escolher só uma. Ou não escolha nada. Quem escolhe sou Eu e Eu vou te dar só uma. Surpresaaaa…”  Será que é por isso que está tão difícil conseguir um resultado positivo, ou um patrocínio pra me dedicar mais e mais ao esporte e conseguir ser atleta de verdade? Ou será que é por isso que minha perna esquerda tá teimosa, meu pé esquerdo tá um bicho-em-coma-de-tanta-preguiça e meu tronco parece que tá mais fraco ao invés de ficar mais forte?

Mas aí, eu não fico falando nada disso pras pessoas, querido diário. Do mesmo jeito que eu não conto que eu não sei como reagir quando, por um acaso, um amigo virtual (ou milagrosamente, um seguidor) aparece na minha frente. Eu não sei o que falar. Eu só sorrio e pisco (aliás, é assim que eu saio em todas as fotos. Um monte de dentes e os olhos fechados).

Do mesmo jeito que não sei o que fazer nem o que falar  quando vou em alguma corrida. Porque ainda é algo tão maravilhosamente espetacularmente maravilhoso (eu já falei maravilhoso?) estar ali, que eu fico pior que criança na Disney, pela primeira vez. Se bem que eu também viraria criança na Disney, porque eu nunca fui. Fico, tipo, deslumbrada! Tipo “to aqui mesmo? Eu vim de novo? De verdade?”. Mas eu não fico contando que eu queria estar correndo com os pés. E que eu coloco fones de ouvido com a música bem alta, porque as passadas dos outros corredores cortam meu coração. Cada passada é uma estocada no meu peito. Mas eu prefiro isso do que não estar ali.

Do mesmo jeito que eu não fico contando que sou estabanada e desorganizada. Que eu vivo derrubando tudo no chão enquanto eu cozinho. Ta bom…enquanto eu faço qualquer coisa!  E que poderia ler muito mais livros e fazer muito mais coisas, se eu conseguisse me organizar. E também poderia dormir mais, se minha cabeça não ficasse funcionando a noite inteira. Aí eu não pareceria um zumbi toda manhã.

Ah, diário, já te contei que toda manhã eu odeio nadar até a hora que eu dou as primeiras 10 braçadas? Pois é…e dá raiva da água fria e algum desavisado diz “jajá você esquenta” porque eu queria tanto tanto tanto esquentar e não esquento. E meus braços doem muito nos primeiros 400 ou 500m. Mas depois eu não quero sair da água nunca mais até virar lodinho.

Ah, outra coisa que não posso ficar contando pra não ser julgada: tem dias que tenho vontade de dormir de conchinha (vááários dias). Mas sem nenhuma intenção. Só um abraço mesmo. E cafuné no cabelo. Não no topo da cabeça, porque eu não sou periquito. É no cabelo mesmo! Igual minhas crianças faziam, enquanto eu corrigia a tarefa delas. Pareço durona. As pessoas dizem que “sou forte”. Mas eu sou uma pata. Eu gosto mesmo é de carinho. Mas já pensou se eu fico falando isso por aí? Aí sim é que vão partir meu coração sem dó.

Sabe, ainda bem que no diário da gente, a gente pode escrever o que a gente quer. Tudo bagunçado mesmo. E fora de ordem. E sem nexo. Nem ligação entre um parágrafo e outro, entre uma frase e outra. Sem coesão nenhuma. Poder escrever tudo que vem na cabeça, sem pensar nem esperar. Tudo de uma vez. Tipo vomitado (que nojo). E sem medo de que me julguem. Só botar pra fora…Porque já passa de meia noite…Quem sabe hoje eu consiga dormir antes das 2h!!

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18
ago

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Corra Pela Vida e Atropelamento na USP

Esse é um post alegre e um post triste. Isso porque, esse sábado foi muito especial e trágico.

Minha preparação pra ele começou uns dias antes, quando vi no ig das minhas amigas Corre Paula e Blog da Debs, que haveria o Terceiro Treinão do Corra Pela Vida em SP. Porém, dessa vez, ele teria um número limitado de participantes. Nos dois eventos anteriores não pude ir, mas dessa vez, conseguiria estar presente e comecei a me programar.

A semana em SP foi fria e eu pensei que iria parecer uma cebola cheia de camadas de novo. Coloquei uma meia calça por baixo da legging e dois casacos por cima da blusa branca, cuja cor deveríamos vestir. Tive sorte, pois o sol saiu e logo tirei os casacos.

Pra quem não sabe, o Corra Pela Vida  nasceu de uma iniciativa de 3 amigas, Debs, Paula Narvaez e Gabi Manssur, que se conheceram por conta da corrida, com o objetivo de despertar a importância da prática esportiva como forma de empoderar as mulheres física e psicologicamente para enfrentarem os obstáculos da nova vida que conquistaram com o fim do ciclo de violência. O slogan (que eu prefiro chamar de lema, ou ideia) é: “Mulher de verdade não aceita violência”.

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Neste mês, com o apoio da Nike, corremos pelo propósito de valorizar a autoestima feminina por meio da corrida, comemorar oito anos de criação da Lei Maria da Penha, completados neste mês de agosto, e celebrar a paz. O evento ocorreu no Parque da Água Branca e reuniu cerca de 400 pessoas, segundo informações das meninas.

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Revi minhas amicorra pela vida 4gas lindas Debs e Paula, conheci a Gabi pessoalmente, conheci muitas mulheres incríveis e revi muita gente que eu adoro! Infelizmente não vou postar foto com todo mundo aqui porque to esperando uzamigo postarem as deles pra eu roubartilhar. Mas assim que fizerem isso, eu posto tudão lá no facebook do blog.

 

 

corra pela vida 3Foi um dia incrivelmente especial e proveitosíssimo para todos nós. O clima era de extrema alegria e felicidade e a causa mais nobre, impossível. Sempre que há o Corre pela Vida, corredores levam tênis e roupas esportivas pra doar pro Projeto Vida Corrida (http://vidacorrida.org.br/), uma ONG maravilhosa, fundada pela Neide. Parafraseando as meninas do Corra Pela Vida, a Neide  “é uma baiana arretada que acreditou que o esporte iria mudar sua vida. Perdeu um filho para a violência e sua rotina de treinamento virou ato de amor, quando abriu mão de 30% do seu salário, com redução da carga horária, para dedicar mais tempo à comunidade”. 

De repente, no meio do sorteio dos brindes, meu celular pipocou com um whatsapp. O print do ig do DivasQueCorrem e uma foto, informando sobre um atropelamento na USP, em que corredores foram gravemente feridos. Olhei pras meninas. Enquanto a Gabi seguia com o sorteio, o celular da Debs tocou e a Paula foi falar com o treinador e mais umas pessoas. Fui perguntar se elas receberam a mesma mensagem. Não só elas, mas metade do pessoal ali já recebera mensagens e ligações. Amigos, companheiros de treino, haviam sido atingidos e gravemente feridos por um idiota bêbado.

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Pra nós, ali, o clima de festa foi substituído por imensa preocupação. Assim que o evento caminhou para o final, muitos saíram dali direto pro hospital. Durante o dia, corredores não falavam de outra coisa nas redes sociais e mandavam notícias uns pros outros.

Nossa preocupação só crescia no decorrer do dia. Até que veio a triste notícia que um dos corredores, o atleta veterano Álvaro Teno, de 67 anos,  faleceu. Ele foi enterrado ontem,  domingo. #naofoiacidente

Sobre os demais corredores, as informações iam e vinham. Até que ontem à noite li, no blog do Lucena, na Folha de SP, as últimas informações confirmadas.

A mais gravemente atingida foi Eloisa, que foi levada de helicóptero para o hospital Samaritano, onde passou por longas horas de cirurgia ao longo da tarde de ontem. No final do dia, segundo informações que recebi da assessoria de imprensa do hospital, ela foi para a recuperação.

O ex-treinador dela, Luiz Fernando Bernardi, esteve no hospital e informou: “As notícias são de que ela teve fraturas múltiplas nas duas pernas, rompimento de todos os ligamentos de um dos joelhos, fratura num dos ossos da face e na região do queixo. No quadril, teve perda de pele …Vai no futuro ter que fazer outras cirurgias reparadoras desses machucados”.

Quem quiser ler o texto todo dele, que entrevistou os corredores atropelados e/ou treinadores e familiares, o link ta aqui http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/

As fotos que vi do acidente, foram publicadas no Divas Que Correm.

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Os corredores de SP estão se unindo, em busca de mais segurança nos treinos na USP. É um lugar mantido por impostos pagos pelo povo. O Corra Pela Vida, junto com mais alguns atletas, abraçou a causa. Como eu disse no meu ig sábado, não sou de SP. Moro no interior. Durante todos os anos que corri, sempre olhava as fotos dos meus amigos treinando na USP e pensava ” como eu queria estar ali”. Depois que veio a cadeira e, graças a Deus, a handbike, eu só queria uma USP de SP pra chamar de minha e treinar sem medo. Pois é, eu achava que era sem medo. Por isso, e pela vida que foi ceifada ontem, eu apoio o movimento. Pra quem apoiar, use a hashtag #corrapelausp e junte-se aos atletas de Sampa em busca de segurança nos treinos que acontecem na cidade universitária.  Como disse a Paula hoje, “Tantos likes, tanto engajamento e toda força que temos online tem que servir pra alguma coisa GRANDE, NOBRE e OFFLINE. Não vamos desistir do esporte e não vamos desistir da USP.”

Eu não conhecia pessoalmente o senhor Teno, mas ele era muito respeitado entre os corredores, por sua história como atleta e pelo ser humano que era. Li sobre ele no face de vários amigos que o tinham como amigo pessoal, e também no blog do Lucena. Encerro meu post deixando um grande abraço e muito carinho para a família. E desejando que o #*#*%^$# (pensem nos piores palavrões) do motorista não saia impune no país da impunidade.

14
ago

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Exercícios para membros superiores – parte 1

Ooooii genteee!!!! Vamos pra mais um vídeo de exercício. Vamos movimentar o corpitcho pra fugir do frio!

Depois de 3 exercícios de abdominais, resolvi dar uma variada. Comecemos a movimentar e trabalhar os músculos dos membros superiores.

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Esse exercício é pra peito, mas ajuda a trabalhar o equilíbrio e músculos do tronco. Se você tem pouco equilíbrio de tronco, peça ajuda. Eu sempre tenho alguém por perto, pro caso de eu cair, ou perder o equilíbrio por causa de espasmos (no vídeo eu tive espasmos leves nas duas pernas).

Realizei o  exercício no cross. Se for treinar em casa, você pode usar elásticos. Só fique atendo: se realizar na academia, as polias tem que ficar acima da sua c20140616_202650abeça. Se for fazer em casa, busque um lugar acima da cabeça pra pender o elástico.

Vamos lá? Bóra treinar!!

Copie o link e cole no navegador, como sempre e por enquanto!rsrs

bjss

 

11
ago

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O por quê do integral

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Que a escolha pelo integral é mais saudável todos já sabemos, acho que isso não é mais um argumento convincente, já que algumas pessoas ainda tem resistência em comer o integral, ou porque nunca experimentaram ou porque experimentaram uma versão não tão palatável ou mesmo o paladar da pessoa não estava acostumado às delicias da vida, alias acho que nem é questão de só o paladar, quando você esta acostumado a ingerir alimentos integrais, o corpo pede por eles, a mente inconscientemente pede por eles, já que assim conseguiremos manter a qualidade de vida e o bem estar estabelecido.
É simples faça o teste: tenha uma rotina alimentar saudável, mantenha ela por uma semana, em um dia saia da sua rotina ingerindo só alimentos ricos em gorduras, açucares, tipo fast food, salgadinhos, refrigerantes, doces, ai sim, sinta sua qualidade de vida desmoronar, sua barriga inchar, a sensação de cansaço, desanimo e preguiça aparecerem e claro dali duas horas a compulsão lhe perturbar e você ficar louco para repetir o atentado a sua saúde, virando um ciclo vicioso de exagero, comilança, desanimo, frustação e arrependimento.

Mas como fazer a melhor escolha e já respondendo a questão do título desse post.
Primeiro, sabemos que os alimentos integrais contem mais vitaminas e minerais, já que passam por menos processos de refinamento, logo deveriam ser mais baratos.
Segundo, existe uma coisa chamada Índice glicêmico (que é a capacidade do alimento em elevar a taxa de açúcar no sangue), beleza, ótimo, e? E então quando ingerimos um alimento de alto índice glicêmico, ou seja, que terá a capacidade de elevar rapidamente o açúcar em seu sangue, a famosa hiperglicemia, também estaremos elevando muito a taxa de insulina, hormônio que irá rebater essa elevação, retirar esse açúcar e coloca-lo para dentro das células. Porem é justamente esses dois aumentos (hiperinsulinemia e hiperglicemia) que causam aquele desanimo, aquela sensação de cansaço que te leva ao sofá ou ao sono incontrolável após uma grande refeição. E dependendo do horário no qual foi ingerido esse alimento de alto índice glicêmico, proporcionando o pico de açúcar no sangue, você ainda terá um presente, fabricará grande quantidade de gordura e ainda acumulará principalmente na barriga. Legal né?


Por isso então da escolha do carboidrato integral, de baixo índice glicêmico, de lenta absorção, que fará com que o açúcar seja liberado em sua corrente sanguínea mais lentamente, não estimulando tanto a insulina e proporcionando ou mantendo a sensação de leveza, bem estar. Além disso, estimulando a maior queima de gordura, um bom controle da sua taxa de açúcar no sangue(glicemia), que também controlará hormônios de fome e saciedade e consequentemente os de ansiedade, vontade e compulsões.
Simples não? Agora para complicar mais um pouquinho, será que todos alimentos que estão a venda e tem no rotulo o escrito INTEGRAL, seriam bons para o consumo? Melhor que a versão normal seria sim, mas, sempre é necessário saber ler rótulos para fazer a melhor escolha. Questione seu nutricionista!

Procure um nutricionista que lhe ofereça esses conhecimentos, esses argumentos, para que assim, seguir uma dieta e mudar hábitos alimentares sejam feitos de uma forma na qual você coloque os conhecimentos, a teoria na prática, acho que assim é muito mais fácil e prazeroso, muito diferente do “pode, não pode”, de restrições ridículas e sem fundamentos ou escravidão/dependência de uma pessoa que fica atrás de uma mesinha, julgando o que você come e lhe aprisionando a cardápios semanais.
Ter uma rotina alimentar e praticar exercício físico é a única forma para ter saúde e qualidade de vida.
Por que vocês acham que há tantos grupos de corridas, grupos de bicicletas, academias? As pessoas estão conseguindo relacionar e encontrar o prazer prolongado na atividade física e na qualidade alimentar e não o prazer momentâneo, que é simplesmente o ato de comer algo gorduroso ou açucarado ou ingerir álcool ou deixar o ócio e o sedentarismo tomar conta do corpo, tudo isso em excesso, parte do ciclo vicioso, de quanto menos eu faço menos quero fazer ou quanto mais eu como, mais eu quero comer.

É possível mudar.
Pratiquem Hábitos Saudáveis

 

 

Hugo ComparottoHugo Comparotto

Formado em Nutrição e Metabolismo pela FMRP – USP. Especialista em Obesidade e Emagrecimento e Capacitado em Nutrição e Suplementação esportiva, Nutrição Avançada pela IFBB. Consultor científico e desenvolvimento de novos produtos na ADS/Atlhetica Nutrition e Santa Helena.

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